Tanto na área do euro quanto na UE, o indicador manteve-se estável na comparação homóloga e em cadeia, estimando o Eurostat que em abril havia 13.238 milhões de pessoas desempregadas, das quais 11.075 na zona euro.
Apesar da redução acentuada nos últimos 12 anos, ainda há perto de 1,1 milhões de pessoas com privação material e social. Um terço dos portugueses não consegue pagar uma semana de férias e mais de 15% não consegue manter a casa adequadamente aquecida. O Alentejo e as mulheres com mais de 65 anos são, em termos relativos, os mais afetados.
O número de pessoas empregadas com ensino superior aumentou 104% em apenas 15 anos. Face ao total da população empregada subiu de 20% para 35%. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
Em Portugal, convencionou-se chamá-los de “nem-nem” – nem trabalham, nem estudam — e tempos houve em que era um indicador preocupante. Hoje é o quarto país europeu com o valor mais baixo. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
Portugal tem das legislações laborais mais rígidas da OCDE, especialmente nos contratos sem termo. Para compensar esta rigidez, que dificulta a adaptação, as organizações, as empresas refugiam-se nos contratos a prazo e nos recibos verdes, na precariedade.
O gabinete estatístico europeu (Eurostat) tinha estimado uma taxa de inflação de 2,5% para março, revendo-a hoje alta, puxada pela subida dos preços da energia, devido à crise causada pela guerra no Irão.
No conjunto da zona euro, os preços das casas, medidos pelo Índice de Preços da Habitação, aumentaram 5,1%, enquanto nos 27 países da UE a subida foi de 5,5%, ainda em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.
Só Dinamarca, Irlanda e Chipre tinham conseguido três excedentes consecutivos nos últimos seis anos. Mas Portugal é o único que verdadeiramente precisa de ganhos orçamentais. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
De acordo com uma estimativa rápida hoje divulgada pelo serviço de estatística da União Europeia, a taxa de inflação anual da zona euro subiu, em março, para os 2,5%, face aos 1,9% de fevereiro e os 2,2% do mês homólogo.
A média da União Europeia situou-se em cerca de 41.600 euros em termos de poder de compra. Só Luxemburgo, Irlanda, Países Baixos, Dinamarca, Áustria, Alemanha, Bélgica, Suécia, Malta e a Finlândia superam o valor.
De acordo com o serviço estatístico europeu, entre os 21 países da área do euro, a taxa de desemprego recuou quando comparada com a de 6,3% registada tanto no período homólogo quanto em dezembro de 2025.
Dados do Eurostat colocam Portugal ligeiramente acima da média europeia nesta matéria. Letónia (76,5%), Lituânia (76,1%) e Alemanha (75,2%) apresentam as maiores percentagens na compatibilidade entre a área de formação e os requisitos do emprego. Itália é a lanterna vermelha.
A dívida pública de Portugal foi a sexta mais elevada da União Europeia (UE) no terceiro trimestre de 2025, ao atingir 97,6% do Produto Interno Bruto (PIB), acima da média do euro de 88,5%, anunciou esta quinta-feira o Eurostat.
O excedente comercial externo da zona euro recuou 37,5% para os 9,9 mil milhões de euros, em novembro de 2025, face ao homólogo, de 15,4 mil milhões, divulga esta quinta-feira o Eurostat.
Quase metade (47,5%) da eletricidade consumida, em 2024, na União Europeia (UE) proveio de fontes renováveis, com Portugal no quarto lugar com 65,8%, de segundo dados divulgados pelo Eurostat esta quarta-feira.
Entre os Estados-membros, os maiores aumentos homólogos dos preços das casas foram registados na Hungria (21,1%), em Portugal (17,7%) e na Bulgária (15,4%), com a Finlândia a apresentar o único recuo (-3,1%).