Estados Unidos

EUA: Compra de obrigações pelo Tesouro vista como positiva para as ações

A maioria dos analistas consultados pelo JE consideram que a subida do limite mínimo de recompra pelo Tesouro dos Estados Unidos de obrigações, de dois mil milhões de dólares para quatro mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros e 3,4 mil milhões de euros), a partir de 9 de setembro, pode ter um efeito positivo sobre o mercado de ações, apesar da dimensão da intervenção ser reduzida. Entre os setores que podem sair mais beneficiados estão os que possuem maior sensibilidade às taxas de juro como o tecnológico, o imobiliário e as utilities.
Ruben Pires2 Set
EUA: Compra de obrigações pelo Tesouro vista como positiva para as ações

Reservas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo desde 1982

A reserva estratégica de petróleo norte-americano está nos 289,7 milhões de barris. Estados Unidos querem usar acordo petrolífero com Venezuela para reforçar a reserva. O professor de engenharia petrolífera na Universidade Texas A&M, Siddharth Misra, alertou, citado pelo Globe and Mail, que apesar do limite mínimo para operar ser de 70 milhões de barris o nível mínimo prático para operações seguras é próximo de 250 milhões de barris. "A principal missão da reserva é abastecer o mercado rapidamente durante uma crise. Mas operar abaixo dos 250 milhões de barris coloca as infraestruturas numa zona perigosa", afirmou.
Ruben Pires1 Set
Reservas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo desde 1982

Analistas veem acordo petrolífero EUA-Venezuela como revés para a China

Citado pela televisão iraniana Press TV, o jornalista e analista político Alejandro Kirk, baseado na Venezuela e com décadas de experiência como correspondente de meios internacionais, considerou que o acordo anunciado na sexta-feira 28 de agosto pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, deve ser entendido no contexto da competição estratégica entre Washington e Pequim.
Analistas veem acordo petrolífero EUA-Venezuela como revés para a China

Irão: EUA não estão em posição de restringir ainda mais relações comerciais

"Os Estados Unidos não estão em posição económica de restringir ainda mais as suas relações com outros países", disse o presidente do parlamento do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, numa mensagem publicada nas redes sociais. O dirigente classificou como absurdas as ameaças de Washington contra os países que não alinhem com a administração do Presidente norte-americano Donald Trump na campanha económica contra Teerão.
Irão: EUA não estão em posição de restringir ainda mais relações comerciais