Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Estas declarações do chefe de Estado norte-americano surgem também num momento de divergências entre Washington e Teerão sobre questões como a cobrança de portagens no estreito de Ormuz ou as inspeções nucleares.
"O memorando de entendimento assinado entre os Estados Unidos e o Irão – no qual se comprometeram a respeitar mutuamente a soberania e a integridade territorial, a abster-se de ações militares e a evitar interferências nos assuntos internos um do outro – enviou um sinal positivo ao mundo que deve ser preservado e aplicado conjuntamente", afirmou o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi.
"O Japão e os EUA concordaram em tomar medidas firmes sempre que necessário. Nesse sentido, não há dúvidas", disse a ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, citada pela agência de notícias japonesa Jiji Press.
"Com base nos acordos alcançados, as futuras negociações serão conduzidas sob a supervisão de um comité de alto nível, com a participação do presidente da Assembleia Consultiva Islâmica e ministro dos Negócios Estrangeiros do nosso país, do primeiro vice-presidente dos Estados Unidos e dos primeiros-ministros do Qatar e do Paquistão", declarou Kazem Gharibabadi, citado pela agência de notícias estatal iraniana IRNA.
"Dois navios operados por companhias de navegação sul-coreanas, que aguardavam no interior do estreito de Ormuz, atravessaram a passagem e estão a navegar normalmente", afirmou o Ministério dos Oceanos sul-coreano, em comunicado.
Num comunicado, o Ministério do Comércio chinês indicou que a medida foi adotada ao abrigo da Lei de Controlo de Exportações e da regulamentação sobre bens de dupla utilização, visando “salvaguardar a segurança e os interesses nacionais” e cumprir obrigações internacionais em matéria de não proliferação.
“A delegação iraniana ainda está no local das negociações, e a delegação dos EUA planeia continuar a trabalhar durante a noite”, afirmou um diplomata norte-americano envolvido nas conversas, em declarações à agência France-Presse (AFP).
Segundo a Bloomberg, o secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, manifestou a preocupação aos altos dirigentes da ASML durante uma série de reuniões recentes.
O líder taiwanês, William Lai, pediu hoje que Washington aprove uma venda de armamento no valor de 14 mil milhões de dólares (12 mil milhões de euros).
"O texto do Memorando de Entendimento de Islamabade foi finalizado com as assinaturas dos presidentes. Agora é tempo de testar a implementação deste acordo", frisou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmail Baghai, citado pela agência de notícias estatal iraniana IRNA.
"Saúdo o fim desta guerra dispendiosa e o restabelecimento total da liberdade de navegação no estreito de Ormuz", declarou António Costa, numa publicação na rede social X, poucas horas após o anúncio de um acordo para pôr fim à guerra no Médio Oriente, que inclui o Líbano e tem uma cerimónia de assinatura agendada para sexta-feira, em Genebra.
Na mensagem publicada na rede social Facebook, o Ministério dos Negócios Estrangeiros “agradece a incansável mediação do Paquistão e os importantes contributos do Catar, da Arábia Saudita e da Turquia.
Segundo o jornal, 'The Wall Street Journal’, Andy Jassy, diretor executivo da Amazon, teve uma série de conversas com funcionários do governo, nomeadamente com o secretário do tesouro, Scott Bessent, onde referiu que o modelo de IA Fable5 da Anthropic poderia facilitar ciberataques.
Segundo o apurado, são vários os Estados norte-americanos envolvidos na investigação, com Nova Iorque e o Colorado a integrarem a averiguação. Os documentos solicitados incluíam informação sobre o tratamento de dados dos usuários por parte da empresa, segurança de menores e as atividades publicitárias.
Presidente norte-americano afirma que Teerão aprovou rascunho que prevê reabertura do Estreito de Ormuz e 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano. Teerão ainda não confirmou.
“Os Estados Unidos vão atacar o Irão (cuja Marinha, Força Aérea, radares, defesas antiaéreas e todas as outras formas de defesa, juntamente com a maior parte da sua capacidade ofensiva, já desapareceram!) com toda a força esta noite”, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.
“Acham que podem tornar o sagrado estreito de Ormuz num lugar inseguro? Vamos converter toda a região num inferno para vocês”, declarou Majid Mousavi, em resposta à “agressão norte-americana”, informou a televisão estatal Press TV.