Se, no passado, as políticas keynesianas quase se tinham tornado ilegais face aos tratados europeus, agora a dívida é permitida para fins de defesa. Mas é impossível pensar que isso não implicará escolhas terríveis.
A “ciência” está na igualdade de oportunidades, para que se possa ser mãe, cuidadora, gestora ou profissional liberal, ou, porque não, ter diferentes focos ao longo da vida. Sem culpas e com escolha.
O problema não são os impostos, mas sim o que leva à sua necessidade. Por isso, não adianta dizer que se vai baixar este ou aquele imposto sem dizer como.
Diariamente, temos de fazer centenas de escolhas. E, com o conhecimento que hoje possuímos sobre a matriz dos alimentos, será só "leviano" não aproveitar o potencial benéfico dos alimentos.
Estaremos a entrar numa nova era em que, finalmente, estamos mais conscientes das experiências sociais online que pretendemos ter, sem nos tornarmos, nós próprios, numa experiência social?