A autarquia sublinhou a importância de reforçar o papel do município, enquanto parceiro estratégico das comunidades educativas, contribuindo desta maneira para a resolução de problemas.
A propósito de uma eventual universalização da gratuitidade dos manuais escolares, reacendeu-se no discurso político e na opinião pública a já habitual aversão à liberdade de escolha.
Na apresentação da sua lista, que decorreu em Lisboa, Rui Rocha sublinhou que tem uma visão “a dez anos” para o país, em oposição aos restantes partidos, "que estão concentrados em gerir o dia-a-dia, em gerir clientelas, em ocupar o aparelho de Estado”.
A amplitude que os jovens têm em chegar a todo o lado está a torná-los demasiado expostos e a superconfiança que percecionam ter faz com que não tomem as básicas medidas de proteção no contexto digital, tornando-os mais vulneráveis a burlas.
Pode o país ignorar que a diversidade da origem da nossa população, nomeadamente dos jovens, deve merecer uma actuação no sentido de todos partilharmos os mesmos valores fundamentais?
Será que as escolas estão preparadas para respostas às pessoas trans ou pessoas não-binárias? E as universidades? Deduzo que não. Urge iniciar esse percurso o quanto antes.