Segundo a Bloomberg Intelligence, cerca de 3,5% dos empréstimos dos bancos do emirado foram considerados problemáticos no final do primeiro trimestre. O governo tem em cima da mesa todas as opções visando fortalecer os balanços dos bancos.
Os números do Banco de Portugal revelam que os depósitos das famílias cresceram 6,7% em junho, o que corresponde à maior taxa de variação anual desde outubro de 2022.
O montante de novas operações de depósitos a prazo de particulares totalizou 10.606 milhões de euros em maio, o que representa uma quebra de 39 milhões de euros em relação ao mês anterior, indica o Banco de Portugal.
Os empréstimos ao consumo atingiram 21,6 mil milhões de euros, mais 100 milhões do que em março de 2024 (ou 0,63%). Estes empréstimos aumentaram 6,2% em relação a abril de 2023 e o seu crescimento, em termos anuais, está a acelerar desde janeiro de 2024, revela o banco central.
As empresas europeias têm pelo menos 10,5 biliões de euros de pagamentos por receber, de acordo com as estimativas de contas a receber e empréstimos pendentes, revela o EPR – European Payment Report 2024, o mais recente estudo publicado pela Intrum.
Por outro lado, o crédito a particulares também está a subir e deve-se ao crescimento do crédito à habitação, que por sua vez já tem os juros em queda. O crédito a empresas também cresce, mas aqui os juros ainda estão a aumentar.
Os empréstimos ao consumo ascenderam a 21,4 mil milhões em março deste ano, impulsionando este indicador, de acordo com dados desta sexta-feira do Banco de Portugal.
A diminuição dos empréstimos concedidos pela banca em 2023 manteve a tendência de descida já verificada no ano anterior, mostra o balanço do sector bancário em Portugal divulgado esta quarta-feira pelo Banco de Portugal.
Embora existam relatos de sucesso, também se multiplicam as situações em que o microcrédito não potenciou a redução da pobreza dos seus beneficiários e até agravou a sua situação.
Os portugueses voltaram a aumentar o valor do dinheiro nos depósitos a prazo, num aumento histórico de 3,1 mil milhões de euros em novembro. Este tipo de depósitos tem atraído as famílias portuguesas.
Provavelmente indicando que o pico já foi atingido, a média da Euribor em novembro subiu apenas 0,004 pontos para 3,972% a três meses (contra 3,968% em outubro), e desceu 0,050 pontos para 4,065% a seis meses (contra 4,115%) e 0,138 pontos para 4,022% a 12 meses (contra 4,160%).
Milhares de renegociações de empréstimos são feitas ao abrigo de legislação do Governo mas a maioria é por acordo comercial entre cliente e banco (renegociação comercial).
Em comunicado, os ministros das Finanças dos 27 (Ecofin) salientam que o plano modificado, que abrange 44 reformas e 117 investimentos, “tem uma maior incidência na transição ecológica, dedicando 41,2% (contra 37,9% no plano original) dos fundos disponíveis a medidas que apoiam os objetivos climáticos”.
De acordo com a instituição liderada por Mário Centeno, as administrações públicas financiaram as instituições bancárias em 10,8 mil milhões de euros, com destaque para o aumento de depósitos.
Teria sido positivo que o país tivesse conseguido ser preventivo, aproveitando os quase dez anos de taxas zero para promover uma alteração de paradigma, incentivando as famílias a trocarem os seus empréstimos de taxa variável para taxa fixa.
A redução é menor do que o esperado pelos analistas, que tinham antecipado um corte de 15 pontos base para a taxa de juro de referência a um ano e a cinco anos.
Se o PRR não conseguir dar resposta às necessidades do país, no que se refere à criação de formas de capitalização empresarial para gerar riqueza e postos de trabalho, nunca deixará de ser apenas mais um plano.