A pobreza em Portugal é estrutural, passa de geração em geração, como uma herança, uma marca que se perpetua, e é difícil escapar-lhe. É preciso olhar para esta situação, além dos chavões.
Cada vez que um estudante abandona o Ensino Superior por dificuldades económicas, estamos a falhar enquanto sociedade. Queremos mesmo hipotecar o futuro de milhares de jovens?
O PAN defende o fim das quotas nas carreiras dos professores e que os assistentes operacionais e técnicos tenham planos de carreira e remuneratório dignos.
Que país é este que, com uma democracia quarentona, continua a dizer aos seus cidadãos que ser rico é poder optar e ser pobre é ter de continuar a sujeitar-se?
Vivemos num país miserável e sempre com o emprego público, pobrezinho mas honrado (estável, leia-se), sem despedimentos, mas também sem grande ambições, sem elevador social…