Terceira edição da iniciativa de literacia financeira da APB contou com 317 sessões, dinamizadas por 68 voluntários da associação e de 13 bancos associados.
Em declarações à agência Lusa, José Luís Carneiro também defendeu – e igualmente por razões de segurança - um eventual adiamento “por um ou dois dias” da realização da segunda fase dos exames nacionais.
Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, referiu que “as escolas receberam novos ficheiros, sobretudo para colmatar aquela falha de 1.400 situações em que, em vez de aparecer um algarismo de 1 a 20, uma classificação, aparecia a palavra suspenso”.
Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas diz que “estão a chegar às escolas novos ficheiros onde a palavra 'suspenso' foi substituída pelo número” da nota, o que fará com que o universo de alunos nessa situação diminua.
Na formação formal, Portugal é apenas o 19.º com maior proporção de adultos entre os 25 e os 65 anos num total de 32 países da OCDE. E na formação não formal é 22.º
"Nenhum trabalhador das escolas está obrigado, a não ser que seja expressamente convocado e nos termos legalmente previstos, a trabalhar à noite e ao fim de semana”, afirma o sindicato.
“Teria muita dificuldade em perceber que, pelo facto de as notas chegarem às 19:30, não seriam lançadas [esta sexta-feira]”, disse o ministro da Educação, Ciência e Inovação, em entrevista à SIC.
"Depois de terem nomeado dos mais fanáticos e incompetentes ministros da Educação pedem a demissão de um ministro sério, capaz e competente, como Fernando Alexandre", disse o deputado do CDS-PP, Paulo Núncio, dirigindo-se ao PS.
O PSD durante o debate de urgência, que decorreu na Assembleia da República, a pedido do PCP, sobre os exames nacionais, considerou que Fernando Alexandre demonstrou "capacidade para governar" e a responsabilidade de "nunca desistir das reformas que são fundamentais".
"O Estado falhou no seu planeamento e execução. Quem errou não foram os alunos, e eles não podem pagar o preço de uma transição que não foi bem feita", disse o deputado do JPP, no debate de urgência, convocado pelo PCP, que se realizou na Assembleia Legislativa da República, onde se debateu os exames nacionais.
O ministro da Educação admitiu erros durante os exames nacionais, com impacto nos alunos e famílias, mas que esses erros "não vão" prejudicar o acesso dos alunos ao ensino superior, e que “não há razão” para mudar o calendário de acesso ao ensino superior.
“O ministro da Educação, Fernando Alexandre e o Governo fogem ao escrutínio [...] O ministro e o Governo foram imprudentes. Avançaram com um procedimento experimentalista sem que estivesse testado", disse a deputada do PCP, Paula Santos, num debate de urgência com o ministro da Educação.
"Mais do que demissão ou saída queremos é que resolva os problemas", disse André Ventura ao ministro da Educação, Fernando Alexandre, durante um debate de urgência, convocado pelo PCP, sobre os exames nacionais.
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, a deputada do Livre Filipa Pinto considerou “inacreditável que o senhor ministro mais uma vez não assuma as suas responsabilidades”, depois de Fernando Alexandre ter afirmado esta manhã que faltam professores para classificar os exames nacionais de algumas disciplinas, apelando à disponibilidade dos docentes.
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado Jorge Miguel Teixeira manifestou preocupação por, na véspera da data prevista para a divulgação das notas de cada aluno, o ministro da Educação “dizer que não consegue garantir às famílias que todo o processo estará concluído” a tempo.
Marcos Perestrello afirmou que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o ministro da Educação, nas declarações de hoje, estão a responsabilizar os professores “pelo caos que o Governo lançou sobre a classificação dos exames de acesso ao ensino superior”.
"Fernando és culpado, por isso estás chumbado", ouve-se junto do pavilhão onde decorre o Encontro Ciência Inovação e onde o ministro da Educação, Fernando Alexandre, chegou pelas 10:30.
“Há sempre riscos, claro. Enquanto eu não tiver as provas todas corrigidas, claro que há riscos”, disse Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas à margem do Encontro Ciência e Inovação 2026, que está a decorrer no Centro de Congressos de Lisboa.