Em boa hora regressam os Buraka, com o seu kuduro de Lisboa. Porque o kuduro é a exaltação do impossível em tempos difíceis, é nascido na guerra e formado no sofrimento dos guetos de Luanda.
Após a tragédia do Elevador da Glória, Lisboa vai continuar a seguir o seu caminho. Mas esse caminho já não será tão inocente. Já não viveremos na crença absurda de que talvez nada volte a acontecer em Lisboa.
Investigadora Inês Laranjeira admite na sua tese de doutoramento na Universidade do Minho que a planta pode ser ainda benéfica em queimaduras, na psoríase e em veterinária.
Em “Os três irmãos” a morte e a perda são omnipresentes. Três irmãos perdem-se e reencontram-se depois da perda dos pais. Um espetáculo poderoso que junta as palavras de Gonçalo M. Tavares e a fisicalidade da performance criada por Victor Hugo Pontes. Em cena em Almada a 25 de fevereiro.