O Ministério do Turismo de Angola tem identificadas 29 áreas de interesse turístico que estão dentro do Planatur (Plano Nacional de Fomento ao Turismo).
Pedro Reis lembrou as várias áreas em que a cooperação entre Portugal e Angola seria benéfica a ambas as economias, mas lembrou os desafios que persistem.
Odair Costa, CEO da BFA Capital Markets, considera que o mercado de capitais pode ser uma porta de entrada no mercado angolano, no sentido de potenciar o investimento direto que já existe.
A comunidade tem boas perspetivas e ferramentas para ser um elemento de coesão para os países que a formam. Mas para isso tem de encontrar uma solução de liderança.
Falar da estratégia de diversificação da economia angolana requer que se fale de Turismo. À margem da conferência Doing Business Angola 2025, o titular da pasta do Turismo, Márcio Daniel, falou com o JE sobre a estratégia do Governo para o setor.
País prossegue programa de privatizações e vai avançar com 41 ativos estratégicos até 2026. Álvaro Fernão, responsável máximo do IGAPE, explicou no DBA o que está em causa.
Márcio Daniel, ministro do Turismo de Angola, foi um dos oradores convidados da conferência Doing Business Angola 2025, que decorreu a 2 de junho em Lisboa. À margem do evento, falou com o JE sobre a estratégia do Governo para impulsionar o turismo do país.
O presidente do IGAPE, Álvaro Fernão, revelou na conferência Doing Business Angola que o programa de privatizações no país está numa nova fase ativa até 2026 com destaque para os setores do turismo, banca e telecomunicações.
Presidente do conselho de administração da Etu Energias, Edson dos Santos, assegura que o país precisa de uma indústria moderna, ágil, eficiente e com um Conteúdo Local real.
Administrador da Sonangol, Osvaldo Inácio, afirma que o primeiro foco da empresa é descarbonizar a operação existente, com tecnologia mais moderna e menos intensidade de emissões.
Cristina Lourenço, presidente da Bodiva, defendeu a necessidade de ter mais empresas cotadas na bolsa angolana e que existem boas oportunidades de investimento, nomeadamente nos quatro IPO que estão planeadas para os próximos meses.
A edição de 2025 do evento Doing Business Angola decorreu esta segunda-feira, em Lisboa. O painel " A experiência de quem faz no terreno" contou com Nuno Vaz, João Traça, Luís Campos Ferreira e Carlos Firme.
O JE e a Forbes África Lusófona voltam a reunir decisores públicos, empresários e investidores para debater temas estruturantes como o ambiente de negócios, privatizações, financiamento da economia, mercado financeiro, petróleo e gás, turismo e os desafios de Angola e da Lusofonia num mundo em mudança.
A Comunidade tem excelentes perspetivas e ótimas ferramentas para ser um elemento de coesão central neste tempo de desglobalização. Mas para isso tem de encontrar uma solução de liderança.
Anunciada em agosto do ano passado, a privatização do Banco de Fomento de Angola (BFA) está a correr bem e o processo de reestruturação encontra-se já na sua fase final. CEO BFA Capital Markets explica, na terceira edição da conferência Doing Bussiness Angola 2025, que a "euforia" com esta privatização é "justificada" tendo em conta que se trata de um "ativo muito interessante".