A posição de Daniel Chapo foi assumida na intervenção de abertura, em Maputo, do simpósio da Frelimo alusivo à celebração dos 50 anos da independência nacional e dos 63 anos do partido, em que o Presidente moçambicano e do partido no poder desde 1975 voltou a pedir esforços coletivos para a manutenção da paz no país, defendendo ser essencial para o desenvolvimento.
“Não há desenvolvimento nem independência económica, que almejamos, sem Justiça. E não há Justiça sem juízes comprometidos com a verdade, com a legalidade e com o bem comum. Ou seja, sem juízes que sejam o gume da faca no combate à corrupção”, disse Daniel Chapo, ao dar posse, na Presidência da República, em Maputo, a novos dirigentes dos tribunais Administrativo (TA) e Supremo (TS).
“Dados recentes sobre as mudanças climáticas indicam que o nosso país está entre os dez mais vulneráveis do mundo aos impactos climáticos extremos. Esta realidade exige uma ação coordenada, inteligente e solidária, não só ao nível político, mas essencialmente ao nível dos especialistas da nossa comunidade”, disse Daniel Chapo, no 11.º Congresso de Planeamento e Gestão de Zonas Costeiras de Países de Expressão Portuguesa.
“O progresso é significativo como vemos através dos números, que falam por si: entre receitas e poupanças para o Estado, o Gabinete de Gestão de Ativos gerou quase sete milhões de dólares em 2024, em comparação com cerca de um milhão de dólares [884 mil euros] em 2022", disse a diretora daquele gabinete do Ministério das Finanças, Alda Manjate, durante uma visita do Presidente moçambicano, Daniel Chapo, a este organismo, em Maputo.
“Moçambique está comprometido com a expansão de energias renováveis como parte da sua estratégia energética de longo prazo, esperando-se que a energia solar e eólica represente 20% da matriz elétrica do país até 2040, marcando um avanço significativo em direção a uma matriz energética mais limpa e mais sustentável”, disse o chefe de Estado, abertura da conferência dos 50 anos da Hidroelétrica de Cahora Bassa, em Maputo.
Em comunicado, em que confirma igualmente a saída da anterior administração e a nomeação de uma comissão de gestão liderada pelo sérvio e australiano Dane Kondic, a LAM diz que o processo vai “assegurar a prestação de um serviço de transporte aéreo eficiente, seguro e em conformidade com os padrões internacionais de qualidade”, respondendo “aos desafios que a companhia tem enfrentado nos últimos anos”.
Daniel Chapo lançou hoje, em Sussundenga, distrito da província de Manica, no centro do país, a Campanha de Comercialização Agrária de 2025, destacando ainda, em relação às culturas de rendimento, que se registou um crescimento na castanha de caju e macadâmia, de 67% e 32%, respetivamente.
O projeto ambiciona construir uma “refinaria modular”, com capacidade de processamento de 200 mil barris de combustíveis líquidos por dia, bem como infraestruturas de armazenagem, avançou o chefe de Estado moçambicano, Daniel Chapo, momentos após a assinatura do documento, à margem da 11.ª Conferência e Exposição de Mineração e Energia de Moçambique.
O Presidente de Moçambique disse, em 28 de abril, que há “raposas e corruptos” dentro da estatal LAM, com “conflitos de interesse” que impedem a restruturação da companhia.
“O gasoduto vai permitir o transporte de produtos petrolíferos para o mercado zambiano, reduzindo a circulação de camiões nas estradas”, declarou Daniel Chapo, durante a abertura da 11.ª Conferência e Exposição de Mineração e Energia de Moçambique.
“Desde 1994 até 2024, são 30 anos de democracia multipartidária, de cinco em cinco anos temos eleições, mas nunca tivemos uma eleição que terminou sem confusão durante 30 anos”, disse Daniel Chapo, que efetua uma visita de três dias à província de Inhambane, sul do país.
Matilde Maltez de Almeida, nomeada após deliberação do Conselho Superior da Magistratura Judicial, era desde 2012 juíza Conselheira do Tribunal Supremo.
De acordo com o Presidente moçambicano, os casos de mortalidade materna caíram "de 1.062 por 100 mil nados vivos em 1997 para os atuais 40 por 100 mil nados vivos".
De acordo com o chefe do Estado, o Governo vai também garantir políticas públicas que vão tornar mais "viáveis" os investimentos nacionais e estrangeiros.
Daniel Chapo foi eleito em 09 de outubro quinto Presidente da República de Moçambique, num contexto de forte contestação e agitação social, em protestos convocados pelo então candidato presidencial Venâncio Mondlane – que não reconhece os resultados eleitorais -, durante os quais morreram mais de 360 pessoas, em cinco meses.
Localizado junto ao bairro da Costa do Sol, o projeto já começou a ser edificado pela empresa chinesa Phoenix International Group, com sede em Hong Kong, resultando de uma parceria estratégica entre o Governo de Moçambique e o setor privado, devendo ficar concluir em dois anos e meio.
Objetivo a cumprir é revelado no Programa Quinquenal do Governo (PQG) 2025-2029, que refere que o volume de receitas do turismo internacional ascendeu em 2024 a mais de 221,2 milhões de dólares (203,9 milhões de euros).
As metas de estabilidade macroeconómica constam do Programa Quinquenal do Governo (PQG) 2025-2029, o primeiro do executivo liderado pelo Presidente Daniel Chapo, investido nas funções em janeiro último e que vai ser discutido durante a primeira sessão parlamentar desta legislatura, que arranca na quarta-feira em Maputo.
“Daniel Chapo assumiu a responsabilidade perante o Estado moçambicano empenhar-se em garantir que esta violência que vem do Estado, que vem da polícia, que vem da Unidade de Intervenção Rápida (UIR), do Serviço de Investigação Criminal (Sernic), essa violência deve ser estancada”, declarou Venâncio Mondlane, a partir de uma 'live' (direto) na sua página oficial do Facebook.
O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, disse em 24 de fevereiro que vai combater as manifestações pós-eleitorais e assegurar a independência e soberania do país.