Nenhum sistema económico consegue eliminar erros, excessos ou crises. A questão é: quanto tempo leva para reconhecê-los e qual a sua capacidade de mudar quando percebem que determinado modelo chegou ao limite.
“O Governo [de PSD/CDS-PP, que governa sem maioria absoluta] foi obrigado a lançar esta moção de confiança. Há uma responsabilidade aqui de todos, obviamente, mas há uma responsabilidade do maior partido da oposição [o PS]. Os portugueses querem estabilidade, querem continuar a ter um Governo e esse Governo deve continuar em funções”, afirmou Carlos Moedas, que é também membro do Conselho Nacional do PSD e do Conselho de Estado.
O chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, disse anteriormente que está desiludido com Zelensky e mostrou-se confiante num acordo com a Rússia sobre a guerra na Ucrânia.
“Deixem-me ser muito clara: uma Ucrânia falhada enfraqueceria a Europa, mas também os Estados Unidos. Intensificaria os desafios no Indo-Pacífico e ameaçaria os nossos interesses comuns”, advertiu a presidente do executivo comunitário, no discurso proferido na Conferência de Segurança de Munique, marcada pelo anúncio de Trump sobre o início de negociações de paz na Ucrânia com o Presidente russo, Vladimir Putin.
“Acordámos trabalhar em conjunto de forma muito próxima, inclusive visitando os países um do outro. Também concordámos que as nossas equipas iniciarão de imediato as negociações, e começaremos por telefonar ao Presidente (ucraniano, Volodymyr) Zelensky para o informar da conversa, o que farei agora mesmo”, declarou Trump.
“É (...) insuportável que o Hamas volte a mostrar os três homens em público, mesmo à última hora, e os obrigue a dar ‘entrevistas’”, declarou Annalena Baerbock nas redes sociais, citada pela agência francesa AFP.
O Movimento Referendo pela Habitação (MRH) entregou hoje à Assembleia Municipal de Lisboa a proposta reformulada de referendo sobre alojamento local em Lisboa, cuja primeira versão foi chumbada pelo Tribunal Constitucional.
“O princípio da inviolabilidade das fronteiras aplica-se a todos os países, quer estejam no leste ou no oeste (…), seja um país pequeno ou um país muito grande e muito poderoso”, declarou o chanceler ao seu Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), em Berlim, poucos dias antes da posse de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos, em 20 de janeiro.
Em declarações após um encontro, em Lisboa, com Tanja Fajon, vice-primeira-ministra e a sua homóloga na área da diplomacia, que recordou que a Eslovénia reconhece a Palestina, o ministro português reiterou a “posição de manter o diálogo com as duas partes” e de “criar consensos na União Europeia”.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou hoje, numa chamada telefónica ao homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, uma nova ajuda militar de Washington a Kiev avaliada em 425 milhões de dólares e incluindo “capacidades de defesa antiaérea adicionais”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, considerou hoje “inaceitáveis” os ataques de que a força de manutenção de paz da ONU no Líbano (UNIFIL) foi alvo, considerando que Israel está a “usurpar” a sua legitimidade para atuar.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo convocou hoje a embaixadora italiana em Moscovo para protestar contra a presença ilegal de jornalistas da televisão pública italiana RAI em zonas controladas pelas tropas ucranianas na região fronteiriça russa de Kursk.
No mundo globalizado em que vivemos, aquilo que acontece em Nova Iorque, em Londres ou em Tóquio pode ter consequências em toda a parte. E diria que a Madeira pode retirar três lições desta tempestade nos mercados.
Moçambique e Angola estão entre os quatro países africanos onde os cidadãos mostram menos preferência pelo regime democrático, com menos de metade, enquanto Cabo Verde é a quarta nação onde esta preferência é mais vincada, segundo o Afrobarómetro.
Cinco dias após as eleições legislativas em França, permanecem divergências no campo alargado da esquerda e as dissensões no campo presidencial, com os partidos incapazes de formar uma maioria governamental e indicar um líder, refere a agência noticiosa AFP.
A proposta de trégua hoje aceite pelo grupo islamita palestiniano Hamas inclui um cessar-fogo em três fases e a libertação dos reféns na Faixa de Gaza, mas terá ainda de ser aprovada por Israel, segundo fontes próximas das conversações.
A situação está adormecida por algumas cedências e recuos dos Governos nos vários países e alguns subsídios, mas pronta a reaparecer a qualquer momento.