Com este roteiro, a DECO pretende incentivar o debate público sobre as difíceis condições de vida dos consumidores e assegurar a tomada de decisões que possam promover o bem-estar social e económico dos cidadãos.
O suposto caminho seria que cada geração tivesse uma vida mais confortável do que a anterior, cada uma com os seus próprios obstáculos a combater. Se por um lado é verdade, por outro observamos um retrocesso, nomeadamente, no ato de procurar casa para viver e poder constituir família.
O presidente da Assembleia da Madeira diz que apesar da tormenta anunciada para 2023, a Região com o crescimento económico que tem tido, "sobretudo no turismo, no imobiliário e nas empresas tecnológicas, pode passar ao largo da anunciada crise".
Em Portugal, habitualmente a culpa morre solteira. Aliás, reparem como há meses que não se ouvem notícias acerca dos processos dos poderosos que todos conhecem. Parece que vivemos numa bolha onde nada se passa, nada evolui, nada tem consequências.
A autarquia liderada por Carlos Carreiras aprovou por unanimidade um pacote de 70 medidas, entre as quais bolsas para creches, no caso das crianças com 3 a 36 meses, bem como bolsas para estudantes de licenciaturas e mestrados.
Além dos receios de quem vê uma crise no horizonte, após dois anos de pandemia, são duas as minhas maiores preocupações para a economia doméstica: a definição de política monetária de combate à inflação e a execução do PRR.
Vivemos um debate sobre os lucros excessivos. E o que penso sobre isso? Mesmo que a função principal de uma empresa se centre na maximização do lucro, as empresas apresentam grandes responsabilidades na sociedade.
Para ser uma empresa bem-sucedida, não basta ter uma avaliação de cinco mil milhões e trabalhar para incrementar esse valor sem entregar qualquer produto acabado.
São cada vez mais os analistas, nomeadamente aqueles que gostam de ver mais à frente, que começam a ficar preocupados com o que poderá acontecer a partir de 2023.
O principal drama das desigualdades reside em áreas de atividade que requerem contacto humano ou mobilidade, onde se incluem o turismo, a hotelaria e a restauração, mas também o retalho e a atividade imobiliária.
É preciso ser mais que um grande mercado e caminhar para uma maior integração, combatendo a irrelevância de algumas políticas europeias de que é exemplo a política orçamental.