A previsão de aumento dos rendimentos recuou ligeiramente, mas destacam-se para as expectativas de crescimento das despesas nos próximos doze meses, que se mantiveram estáveis nos 3,4%, o que representa o nível mais baixo desde março de 2022, segundo o BCE.
O diretor de estratégia da GfK, Joe Staton, citado pela Reuters, referiu que os consumidores britânicos mostraram uma "resiliência notável" face ao aumento dos preços.
"O valor é muito semelhante ao recebido durante todo o ano anterior: em 2022 recebemos 176 e, em 2023, em pouco mais de quatro meses, já vamos com 173. Portanto, é uma situação que tem acontecido com frequência", precisou Margarida Zacarias.
A associação concluiu que "15 das 30 entidades referenciadas no passado continuam a impedir o acesso às compras online pelos madeirenses". A DECO acescenta que entre os incumpridores da nova lei estão por exemplo a Sportzone, Auchan e Nike.
A inflação mais recente tem provavelmente como origem a expansão de margens, mas à medida que o consumidor vai perdendo oxigénio, é provável que a capacidade para subir preços diminua.
O armazenamento de energia é, também, importante na desejada e tão necessária transição energética, sobretudo, quando a energia produzida não for consumida instantaneamente.
As previsões apontavam para uma quebra mas esta acabou por ser maior do que o esperado. O índice, da Universidade do Michigan, mede as condições económicas atuais e futuras.
Mercearia, carne, peixe, vegetais e frutas são os produtos que os consumidores têm cada vez mais dificuldades em pôr nas suas mesas. Mais de metade dos agregados assumem que o preço crescente é um claro entrave à sua compra regular.
Num ano marcado pela inflação, o Portal da Queixa foi ouvir a sociedade de consumo para saber quais os novos comportamentos e hábitos de consumo dos consumidores portugueses e realizou o estudo ‘O Perfil do Consumidor Atual’.
Cabaz de bens alimentares essenciais custa hoje mais 27 euros do que há nove meses, alerta a Deco Proteste. Aos produtos com maiores aumentos de preços juntam-se ainda a carne que subiu 21%, os lacticínios que estão 19% mais caros e frutas e legumes com aumentos de 15% nos preços desde o início da guerra.