O Presidente da República considerou importante o estado de alerta decretado este sábado pelo Governo: "Ninguém pode dizer que não foi prevenido", sublinha Marcelo.
Com a proibição de queimadas ao lançamento de fogo de artifício e até de impedimento no acesso e circulação em espaços florestais, entre outras medidas, o Ministério da Administração Interna atenuar a semana "difícil" que se irá viver em Portugal. Mas há exceções.
Maria Lúcia Amaral, ministra da Administração Interna, revelou que medidas de contingência estarão em prática já a partir deste domingo e até 7 de agosto. Proibição de acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais é uma das medidas implementadas.
Numa alusão aos fogos florestais de junho e outubro de 2017 no país, que causaram mais de 100 mortos e 500 mil hectares de área ardida, Janez Lenarčič diz à Lusa que, nesse ano, “Portugal não tinha essa capacidade própria”, nem pôde contar com apoio de outros Estados-membros por falta de disponibilidade de meios.
O único caminho de sucesso neste combate é intervir nos povoamentos florestais, sem esquecer que estamos a ser financiados pelas centenas de milhões de fundos afetos ao PRR, onde o valor previsto para a floresta é irrisório.