Comédia negra, denúncia de um regime que tudo sufoca. O mais recente filme do iraniano Jafar Panahi não pugna pela vingança nem pela violência. É um gesto de resistência. Uma vez mais.
O SoftBank registou uma perda de 234,4 mil milhões de ienes no período, relacionada com o investimento e o apoio financeiro fornecido à WeWork, que entrou com um pedido de proteção contra credores, ao abrigo do Capítulo 11, nos EUA, esta semana. O SoftBank foi um dos maiores financiadores da empresa de espaços de co-working, que tentou e não conseguiu abrir o capital há cinco anos.
James Wardhana foi condenado a 21 meses de prisão e Chai Ai Lim a dez meses, ambos com efeitos imediatos, por conspiração por se apropriarem indevidamente de fundos da fintech alemã então liderada por Markus Braun.
Na Europa, a situação é diferente da dos EUA, com consequências inesperadas: caiu o Credit Suisse, num país que fez da segurança do seu sistema bancário uma imagem de marca.
Após o colapso do SVB, cabe aos bancos blindarem-se de forma inteligente para sofrerem o menos possível. Nesta altura, é importante não cometerem erros de má gestão e aprenderem, no mínimo, com os lapsos dos outros.
Wall Street está em queda livre esta quarta-feira à medida que continua a ferver o caldo do SVB, que já salpicou o Credit Suisse. Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 recuam todos mais de 1%.
A equipa de Jeff Leerink, CEO da SVB Securities, está a tentar encontrar formas de assinar um acordo rápido de aquisição do braço de investimento do Silicon Valley Bank para evitar perdas de valor e talentos, revela este domingo a "Bloomberg".
"Estamos preocupados com os depositantes e focados em tentar ir ao encontro das suas necessidades”, afirmou este domingo Janet Yellen sobre o colapso do Silicon Valley Bank.