Também a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) anunciou que vai assinar o acordo, apesar de considerar que este "fica aquém das expectativas e das necessidades das empresas".
"Isso é um tema para ser abordado", admitiu João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, mas é necessário primeiro aprofundar o problema. Associação dos centros comerciais alerta que 18 mil postos de trabalho podem ser extintos com as reduções horárias.
"Como sabemos que o salário mínimo também tem um certo papel no combate à pobreza, admitimos que se possa fazer um ajustamento para além das fórmulas económicas", indica o líder da confederação patronal.
“Face às circunstâncias, pensamos que a reação do primeiro-ministro e a queda do Governo era inevitável”, afirmou João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), em declarações à agência Lusa.
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses já não tinha subscrito o pacto assinado no ano passado e agora revisto. António Costa considera que este acordo é "muito importante desde logo para afirmar a centralidade da concertação social como pilar fundamental da nossa vida democrática”.
As posições dos presidentes das duas confederações patronais foram proferidas à entrada da reunião da Concertação Social, onde o Governo está a apresentar aos parceiros o projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho.