Carlos Cortes

Ordem dos Médicos diz que problemas do Amadora-Sintra “não desapareceram” com demissão da administração

“O foco que a OM tem – que teve nos últimos dias e que vai continuar a ter – é na defesa dos cuidados de saúde, na defesa dos doentes, no acesso aos cuidados na ULS de Amadora-Sintra. Esse é que é o nosso foco. E esses problemas não desapareceram com a demissão do Conselho de Administração, esses problemas é que se mantêm”, disse à Lusa o bastonário da Ordem dos Médicos (OM).
Ordem dos Médicos diz que problemas do Amadora-Sintra “não desapareceram” com demissão da administração

Médicos sem restrição para salvar doentes, mas é preciso saber se acesso de estrangeiros ao SNS está na lei

O antigo ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, considerou que, apesar do Juramento de Hipócrates, é preciso averiguar se o acesso de não residentes está de acordo com a Constituição. Já Carlos Cortes, bastonário da Ordem dos Médicos, recordou que “não há nenhuma restrição que possa ou deva impedir o médico de tratar uma pessoa que esteja a sofrer, independentemente da gravidade da sua situação, independentemente do seu problema de saúde”.
Bianca Marques20 Jan
Médicos sem restrição para salvar doentes, mas é preciso saber se acesso de estrangeiros ao SNS está na lei

Ordem dos Médicos aponta problemas graves na maternidade do São Francisco Xavier

“Há aqui dificuldades na constituição das equipas. Dificuldades gravíssimas. Não só esta maternidade não dá resposta, como as equipas de urgência estão muito abaixo daquilo que são os números recomendados pela Ordem dos Médicos”, realçou Carlos Cortes, que falava hoje aos jornalistas após uma visita ao Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa.
Ordem dos Médicos aponta problemas graves na maternidade do São Francisco Xavier

Bastonário dos médicos alerta que “a saúde não pode esperar por eleições”

Em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao Hospital de Braga, Carlos Cortes admitiu que a crise política decorrente da demissão do primeiro-ministro e o consequente interregno das negociações entre o Governo e os sindicatos médicos vêm acrescentar “um fator de maior instabilidade” ao funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Bastonário dos médicos alerta que “a saúde não pode esperar por eleições”