Terceira edição da iniciativa de literacia financeira da APB contou com 317 sessões, dinamizadas por 68 voluntários da associação e de 13 bancos associados.
A apoiar os cenários de fusão na banca estão ainda as conclusões do Relatório Draghi sobre a competitividade da União Europeia em que alerta para a baixa dimensão das empresas (incluindo bancos) quando comparadas com as dos EUA e China.
Os sete maiores bancos - CGD, BCP, Novobanco, Santander, BPI, Montepio e Crédito Agrícola - tiveram lucros de 5,5 mil milhões em 2024, ajudados pelas menores imparidades.
Os sete maiores bancos - CGD, BCP, Santander Totta, Novobanco, BPI, Banco Montepio e Crédito Agrícola - registaram em 2024 lucros de 5.511,8 milhões de euros.
Temos de exigir mais das empresas que nos estão a liderar. Como sociedade temos de as conhecer melhor, exigir mais transparência, mais comunicação e mais relação com todos os atores da sociedade.
O Bundesbank disse, esta terça-feira, que estas perdas são o resultado da subida das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE), o que o levou a ter mais despesas com juros do que receitas de juros.
Os bancos passaram pela época de resultados, provando que a queda das taxas de juro não está a prejudicar os seus negócios, enquanto uma economia resiliente e grandes programas de recompra de ações estão a contribuir para o impulso. Análise da Bloomberg aponta para melhor sequência em 28 anos.
Isabel Guerreiro, administradora executiva do Santander Portugal, realça “o conceito inovador do espaço, que combina os serviços bancários com áreas de trabalho e lazer, e que permite ao banco estar mais próximo dos seus clientes e da comunidade”.
O partido vai apresentar, esta quinta-feira, um projeto de resolução que recomenda a transposição de uma diretiva europeia, que vem reforçar a proteção dos clientes bancários cujos créditos em incumprimento foram vendidos a outras entidades.
A banca da região administrativa especial chinesa tinha terminado 2023 com um lucro de 6,14 mil milhões de patacas (615,2 milhões de euros), menos 53,5% do que no ano anterior.
O setor diz que a imobilização de mais capital, exigida pelo regulador, pode reduzir o interesse dos investidores em deter capital de bancos nacionais, numa altura em que está no horizonte um IPO do Novobanco.
O ciclo de lucros recorde da banca, perante os juros ainda elevados do BCE, terminou. Os banqueiros sabem-no e estão preparados para a quebra na margem financeira. A aposta é no aumento do volume de negócios para atenuar o impacto e permitir uma aterragem suave dos resultados.
Recorde de lucros depois do muito bom 2023 e o fim do CCA do Novobanco marcam 2024. O ano que finda foi fantástico para a banca, que se destacou entre todos os outros setores, continuando a beneficiar das altas taxas de juro.
Em outubro de 2024, as taxas mistas e fixas representaram 82% da contratação mensal de créditos à habitação para habitação própria e permanente e 30,6% do stock existente.
Os analistas da DBRS esperam que os bancos portugueses alcancem outro ano de lucros recorde, num período em que a margem financeira deve manter-se em níveis elevados apesar da subida dos juros.
Muito boa gente ainda hoje acredita que as mudanças operadas no BCP em 2008 foram originalmente arquitetadas, patrocinadas ou mesmo causadas por José Sócrates, Fernando Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio e seus “mandantes, cúmplices e operacionais”. Ora, nada é menos verdadeiro.
CGD lucrou 1,37 mil milhões nos primeiros nove meses do ano e lidera a tabela dos seis maiores bancos a operar em Portugal. Na rentabilidade, o pódium continua a pertencer ao Santander.
O cenário otimista nos EUA contrasta com o desânimo europeu. Os políticos europeus ainda estão à espera de milagres e ajudas externas, teimam em não reconhecer a mudança nas prioridades da população.