bancos centrais

Braço de ferro entre bancos centrais e governos

A irresistível vontade dos governos em proteger a economia e as famílias poderá dar lugar a um maior endividamento público, que em alguns países, como Itália e Portugal, se encontram já em níveis bastante perigosos. Acresce que existe uma crise com o custo de vida, pelo que o aumento da pobreza é uma ameaça que deve ter sida em conta em 2023.
Braço de ferro entre bancos centrais e governos

2023, o ano da deflação?

Veremos como reagirão os bancos centrais se, em 2023, em vez de inflação tivermos deflação, ou seja, uma queda generalizada dos preços, derivado de mais um erro de política monetária. A volatilidade verificada nos mercados financeiros chega agora à economia real.
Pedro Lino, Economista23 Dez
2023, o ano da deflação?

Um longo cripto-inverno

Nos últimos anos, assistimos nas várias redes sociais a incentivos para a captação de investidores, para “investirem” em criptoactivos. Muitos eram esquemas em pirâmide. Agora, milhões de investidores sofrem perdas, mas nem entendem porquê.
Pedro Lino, Economista11 Nov
Um longo cripto-inverno

E se os bancos centrais alterassem o target de inflação para 4%?

A realidade é que esta discussão já começou há mais de uma década e só agora vimos algumas mudanças nas frameworks de diversos bancos centrais. A Fed, por exemplo, concluiu recentemente a sua primeira revisão do quadro que tinha vindo a utilizar desde 2012 para conduzir a sua política monetária. A alteração do target de inflação para 2% em média, abre espaço a que a inflação seja superior ao objetivo pelo tempo que for necessário até atingir a planeada média – isto aproxima a recente política daquilo que tem vindo a ser cada vez mais predominante a nível académico – um target de inflação mais elevado.
Qaestum Capital28 Out
E se os bancos centrais alterassem o target de inflação para 4%?

Serão os bancos centrais os culpados pelas desigualdades sociais?

Não é óbvio que os bancos centrais sejam aqueles que mais contribuem para as desigualdades de rendimentos. Mas, em termos de equilíbrio, e apesar da falta de literatura que existe em torno do tema, é provável que as baixas taxas de juro estejam mais a moderar as desigualdades em vez de as exacerbar. Já seria bastante razoável que toda a história fosse contada quando existem intervenientes que culpam os bancos centrais pelas desigualdades existentes. Ou que pelo menos, dois terços da população mundial não fosse ignorada.
Qaestum Capital26 Ago
Serão os bancos centrais os culpados pelas desigualdades sociais?