A gestão das operações globais e das atividades de manutenção, reparação e revisão (MRO) é coordenada a partir da sede em Lisboa, Portugal, explica a empresa em comunicado.
Kim Gillis, Chairman da Avencis, afirmou que “estabelecer relações sólidas e de proximidade com os stakeholders governamentais nas regiões onde operamos é um pilar fundamental da nossa estratégia".
A empresa participou neste evento para divulgar as suas aeronaves anfíbias de combate a incêndios, incluindo um modelo dos aviões que estão ao serviço da Proteção Civil.
A empresa, que conta com uma frota de 180 helicópteros a operar na Europa, quer prosseguir com a estratégia de investimento em Portugal da empresa e o reforço da sua base de manutenção, reparação e revisão (MRO) em Lisboa.
Afinal há ou não Canadairs no mercado para reforçar o dispositivo de combate aos fogos? Ao JE, o CEO da Avincis diz que tem a frota disponível para este verão, mas os bombeiros dizem que não há aparelhos no mercado para alugar.
O sindicato voltou a manifestar-se contra a situação do socorro por helicóptero em território nacional e refere que a ligação entre o INEM e a empresa contratada para o serviço "tem lesado os portugueses".
"Há Pilotos que estão a ser perseguidos e discriminados pela AVINCIS, através de cortes dos seus rendimentos salariais de quase 40%, o que concorre para ambiente laboral nada saudável", destacou o SPAC.
Pilotos do INEM alertam para iminente paragem de helicópteros por esgotamento de horas de trabalho disponíveis e acusam multinacional Avincis, para a qual trabalham, de não cumprir a lei. Presidente do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) diz ao JE que está em causa a prestação de serviços de emergência médica. E alerta para riscos de segurança devido a fadiga dos pilotos.