Os apoios ficam disponíveis no dia 29 de dezembro, com efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2025, e incluem carros, bicicletas, trotinetas e motociclos.
Em pouco tempo, a cotação do lítio caiu mais de 80% nos mercados mundiais, acompanhando uma menor procura de automóveis elétricos. A mineração está a ser colocada em causa, dado que pode deixar de compensar.
A construtora de veículos elétricos apresentou contas que desiludem as expetativas que haviam sido apontadas pelos investidores. Os investidores estão a recuar de tal modo, que as ações já caem mais de 4% fora de horas.
Em dezembro registou-se uma queda de 3,3% ao nível das vendas no sector, após 16 meses consecutivos de subidas. Em 2023, os veículos elétricos representaram mais de uma em cada quatro vendas.
Os carregamentos elétricos da rede nacional permitiram aos veículos percorrerem 462 milhões de quilómetros. As emissões de carbono evitadas dispararam em termos homólogos, ao passo que se pouparam mais de 20 milhões de litros de gasóleo.
O maior volume de registos deu-se, sem surpresa, nos ligeiros eletrificados (58,5% acima do observado em 2022), mas os aumentos mais acentuados correspondem aos ligeiros de mercadorias e aos pesados.
A empresa chinesa é conhecida pelos seus 'smartphones' e eletrodomésticos, em 2024 vai lançar o seu primeiro veículo elétrico, cujo desenvolvimento já custou o correspondente a mais de mil milhões de euros. De acordo com o CEO, há métricas da viatura que já superam a concorrência direta.
A disputa das empresas é intensa para conseguir os melhores locais onde podem ser instaladas plantas para carregamentos rápidos, num segmento da economia que atraiu mais de 11 mil milhões de euros desde 2012.
Entre janeiro e novembro foram matriculadas mais de 86 mil automóveis eletrificados em Portugal, 61,3% acima do observado um ano antes. Só em Novembro, o número ultrapassou os 9 mil registos.
O acionista maioritário da marca de carros sueca quer vender um total de 100 milhões de títulos, pelo que a capitalização da cotada está a tombar de forma acentuada, para os valores mais baixos de sempre.
O valor gasto pelos Estados-membros para importar aqueles veículos subiu 27% em apenas um ano. Ao nível das importações, o aumento é de 41%, até aos 59,1 mil milhões.
De acordo com a entidade que gere os postos de carregamento para veículos elétricos, os números em causa vão permitir reduzir as emissões carbónicas num total de 3,3 toneladas.
A tecnológica quer ver escalar o volume de vendas de sistemas de 'infotainment' e componentes para veículos elétricos, até aos 20% das receitas totais em 2030.
De acordo com a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), os veículos ligeiros de passageiros eletrificados tiveram um crescimento de 108% entre janeiro e setembro.
A "Bloomberg" estima que, dentro de alguns anos, a Hungria será o quarto maior produtor mundial deste tipo de baterias, a seguir depois da China, dos Estados Unidos e da Alemanha.
Registou-se uma subida de 64% ao nível da quantidade de carregamentos, face ao observado no ano passado. Na energia consumida, o aumento foi próximo de 90%.
Foram matriculadas 78.838 viaturas no período entre janeiro e abril, o que significa um forte crescimento face ao ano passado, com destaque para o disparo . Ainda assim, face ao período pré-pandemia os dados não são positivos. Em comparação com 2019, observou-se uma perda de 16,8%
O português Carlos Tavares defende que os carburantes sintéticos, que a Comissão Europeia autorizou além de 2035, "não são totalmente neutros neste momento", embora ainda o possam vir a ser. "O custo de produção vai ser muito elevado, seis a oito euros por litro" e a mobilidade pode vir a tornar-se "apenas acessível aos mais ricos".