Os apoios ficam disponíveis no dia 29 de dezembro, com efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2025, e incluem carros, bicicletas, trotinetas e motociclos.
A AIE perspetiva que em 2030 haja perto de 250 veículos elétricos em circulação ao redor do mundo, o que vai fazer baixar a procura. Ainda assim, a transição energética está a ser mais lenta do que se estimava, pelo que a agência cortou na expetativa de procura referente àquele ano.
O mecanismo de 'smart charging' é gratuito e vai permitir aproveitar as horas em que o custo da energia é mais reduzido. As vagas são limitadas e os participantes terão direito a 15% de desconto, já a partir do mês de junho.
A Xiaomi lançou o SU7 em março de 2024, e as vendas excederam até as previsões internas da empresa, ultrapassando as 135 mil unidades até ao final do ano passado.
Em dezembro, foram matriculados 11.066 automóveis ligeiros de passageiros novos eletrificados, um aumento de 28,1% em relação ao ano anterior, totalizando 105.123 matrículas ao longo do ano, com um crescimento de 13,8%.
A tendência de subidas é evidente no mercado. Destaque para os elétricos, com os registos a subirem 12,9% entre janeiro e novembro, face ao período homólogo.
Os dados coincidem com um total próximo de 15 mil carros elétricos vendidos, entre janeiro e junho. No que diz respeito aos novos, o acréscimo homólogo foi de 13%.
No primeiro evento em Portugal, a marca exibiu três modelos 100% elétricos, aos quais se junta um carro voador que poderá "cruzar os céus da Europa num futuro não muito distante".
A marca alemã vendeu quase 15 mil veículos elétricos em julho, mais 35% do que no mesmo mês de 2023, tendo superado toda a concorrência, no mercado europeu. A Tesla registou um decréscimo de 16% no mesmo período e perdeu a liderança mensal.
A dinâmica do mercado automóvel foi negativa em julho, já que a procura caiu 13% no total dos automóveis. Ainda assim, os elétricos fogem à regra, com disparos tanto ao nível da oferta como da procura, em termos homólogos.
O país é já considerado desenvolvido na matéria, já que lhe foram atribuídos 60 pontos (numa escala) na realização de um estudo do grupo Ayvens. Nos últimos 12 meses, o número de elétricos nas estradas portuguesas mais do que duplicou, com 138 modelos únicos vendidos.
A União Europeia colocou taxas à importação de veículos elétricos chineses. As taxas podem ir até aos 37,6% e geraram um recuo das vendas mais acentuado do que a queda generalizada que se observou no sector.
Foram matriculados mais de 22 mil elétricos entre janeiro e julho, o que perfaz um aumento de 14% face a igual período do ano passado. No total dos eletrificados novos, houve uma subida de 11,4% e registaram-se mais de 61 mil viaturas.
De acordo com um estudo da consultora AlixPartners, aquelas empresas deverão ver a quota de mercado nos mercados externos crescer 10 pontos percentuais, até aos 13%. A nível global, as fabricantes deverão dar resposta a um terço da procura até ao final da década.
Li Chao acrescentou que "o protecionismo comercial não é a saída" e as tarifas "vão impedir o desenvolvimento saudável a longo prazo das empresas da UE".
Registaram-se mais de 8 mil matrículas, o que representa uma subida de 26% face a abril do ano passado. Ao nível dos elétricos, o aumento é mais acentuado, acima de 40%.
A rede nacional de carregamento de elétricos registou uma subida de 73% no número de carregamentos, ao mesmo tempo que a potência associada foi quase duas vezes mais do que no mesmo mês do ano passado.