Utilizar crédito para adquirir material escolar ou outros itens é uma decisão que deverá ser bem ponderada e consciente, para além de sempre consonante com a realidade financeira de cada família.
Começar por elaborar o orçamento mensal e integrar um item destinado à poupança, uma espécie de pé-de-meia para esta época do ano, poderá fazer toda a diferença para conseguir enfrentar as despesas do regresso as aulas, com algum equilíbrio financeiro e sem rutura do seu orçamento.
Comece por verificar em que estado estão os materiais do ano lectivo anterior. Só depois desta escolha é que deverá ser elaborar uma lista de material necessário. Aconselhamos a que estabeleça um limite máximo relativamente aos montantes a despender com a aquisição do respetivo material. Assim, poderá evitar os gastos supérfluos.
No 3.º Ciclo do Ensino Básico estão proibidos os telemóveis e o calendário é o previsto, com o início das aulas entre 11 e 15 de setembro. Já nos Cursos Científico-Humanísticos do Ensino Secundário, o ano letivo 2026-2027 terá início a 21 de setembro.
Utilizar crédito para adquirir material escolar ou outros itens é uma decisão que deverá ser bem ponderada e consciente, para além de sempre consonante com a realidade financeira de cada família.
O seguro escolar constitui um sistema de proteção destinado a garantir a cobertura financeira da assistência, em caso de acidente escolar, complementarmente aos apoios assegurados pelo Sistema ou Subsistemas e Seguros de Saúde de que os alunos sejam beneficiários.
Leite e derivados, fruta e cereais e derivados. Estes são os três grupos de alimentos que devem estar sempre presentes nos lanches escolares, segundo as recomendações da DGS e da DGE.
Nos produtos que os portugueses afirmam comprar mais pela Internet para o início do ano letivo destacam-se o material de papelaria, roupa, livros, tecnologia, calçado e mochilas.
Cristina Judas, fundadora da Hey!Möney® deixa um conjunto de sugestões para começar a preparar o início do novo ano letivo, fazendo uso de conceitos de literacia financeira.
Ministério da Educação, Ciência e Inovação divulga esta segunda-feira o resultado do relatório de auditoria pedido à consultora KPMG sobre o número de alunos sem aulas a uma disciplina. "Lacunas e insuficiências põem em causa a solidez dos dados reportados pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares", escreve a consultora.
“O que nos interessa é medir o efeito nas aprendizagens. E o efeito é tão mais grave quanto o número de disciplinas”, tentou explicar o ministro Fernando Alexandre.
Em declarações aos jornalistas após ter visitado uma escola secundária em Marvila, Lisboa, Luís Montenegro fez um balanço da ação governativa na educação e afirmou que há hoje “cinco mil novos professores no sistema, fruto de condições de maior atratividade”.
“As comunidades escolares estão mobilizadas, os diretores, os professores estão mobilizados, penso que conseguimos trazer tranquilidade, normalidade àquilo que deve ser o início de um ano letivo. O balanço é positivo porque há uma mudança grande em relação ao ano anterior, isso é evidente. Temos uma mudança no estado de espírito e é isso que é essencial: que a escola dê aquilo que as famílias esperam que dê”, afirmou Fernando Alexandre.
A Junta de Freguesia de Estrela, em Lisboa aposta nas novas tecnologias adaptadas à educação, inovando no regresso às aulas com a distribuição de tablets e integração da Escola 72 no sistema educativo da Apple para alunos e professores.
“O atual Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) tem repetido um número que alegadamente seria de alunos sem professor de 324.228 e que, objetivamente, não corresponde à verdade”, disse João Costa, em audição na comissão parlamentar de Educação e Ciência, por requerimento do Chega a propósito de alegadas irregularidades na colocação de professores no âmbito dos concursos interno e externo.
Marcelo Rebelo de Sousa promulgou esta quinta-feira o diploma que cria um regime excecional e temporário para recrutamento do pessoal docente, apenas um dia após a aprovação em Conselho de Ministros, num sinal claro da urgência da medida previamente negociada com os sindicatos. Concurso, a lançar agora, deverá estar concluído até novembro.
O "Diário de Notícias" revela que existem 21 disciplinas sem docentes disponíveis em várias zonas do país, com Lisboa, Beja, Faro e Setúbal a serem os lugares mais críticos e Informática, Português, Línguas Estrangeiras e Matemática as disciplinas mais deficitárias. Ministério da Educação e sindicatos reúnem amanhã para negociar moldes do concurso extraordinário de professores a lançar em breve.
Setembro é um mês financeiramente difícil para as famílias com jovens em idade escolar, já que veem aumentar os seus gastos com o início do ano letivo.