Uma das dúvidas em Washington é se existe alguém a mandar em Teerão neste momento que consiga colocar ordem nas forças armadas do país para cumprir um eventual cessar-fogo.
Espanha não autorizou o uso de aeroportos em Espanha para ataques ao Irão. Donald Trump não gostou e ameaçou Madrid e agora veio Bruxelas em sua defesa.
Meios de comunicação iranianos noticiaram hoje pelo menos três explosões no centro e norte de Teerão, pouco depois de Israel ter anunciado que tinha lançado ataques contra a República Islâmica.
As consequências de se abandonar o Direito Internacional não se limitarão ao Médio Oriente. A partir do momento em que aceitamos que alguns Estados estão acima da lei, todo o sistema começa a desmoronar e, com ele, a única esperança real que temos para a paz.
A verdadeira salvaguarda da soberania, no mundo realista e desigual da geopolítica, talvez resida justamente naquilo que o Tratado de Não-Proliferação Nuclear tenta, há muito, impedir.
Não deixa de ser insólito, no meio disto tudo, que os EUA tenham avançado rapidamente e do nada com o cessar-fogo, sem exigirem a celebração de qualquer acordo no âmbito nuclear.
A agência de notícias oficial síria Sana reporta vários ataques em redor da capital da Síria, no oeste e no sul do país e o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), sediado no Reino Unido, mas com uma vasta rede de fontes na Síria, contabiliza dez ataques israelitas perto do hospital militar de Harasta, sem causar vítimas.
Em comunicado, o departamento de Justiça afirma que várias pessoas já foram alvo desta acusação, que tem uma pena mínima obrigatória de cinco ano de prisão.
A pausa faz parte de um processo mais alargado de reavaliação das operações dos Estados Unidos contra a Rússia e a sua duração não está claramente definida, segundo o New York Times, que desenvolveu uma notícia avançada no final da semana passada pelo The Record.
Em comunicado o CNCS revela que os dois incidentes não estão relacionados, sublinhando que o leak em causa “resulta de atividade criminosa com recurso a infostealers* e instrumentos semelhantes. A publicação deste tipo de leaks é algo que ocorre com alguma regularidade”.
De acordo com o estudo da Sophos, esta tendência contrasta com a taxa decrescente de ataques de ransomware nos restantes sectores, tendo a taxa geral destes ataques diminuído de 66%, em 2023, para 59%, em 2024.
“Durante o ataque iraniano de ontem [terça-feira], vários mísseis caíram sobre bases da força aérea israelita. Nenhuma infraestrutura (...) foi danificada”, declarou o exército em comunicado, acrescentando que o ataque não provocou feridos, nem danificou aparelhos.
Os países membros da NATO enfrentam agora novos desafios, que exigem uma resposta ágil e inovadora. Destaco dois deles: os ataques às cadeias de fornecimento e a industrialização do cibercrime.
As forças russas, apoiadas pela aviação, artilharia e ‘drones’, “impediram as tentativas dos grupos móveis inimigos a bordo de veículos blindados de penetrarem profundamente em território russo”, assegurou o ministério em comunicado.
Os ataques na profundidade do território russo não afetam o equilíbrio de forças no teatro de operações ucraniano, mas podem contribuir seriamente para alimentar uma confrontação direta entre os EUA e a Rússia.
Apenas a força da opinião pública pode obrigar os governos ocidentais a retirarem o seu apoio à estratégia seguida por Netanyahu. Usemos a nossa força.
O contrato do petróleo texano WTI para abril subiu 0,47%, para 81,01 dólares por barril, enquanto o contrato do Brent para maio ganhou 0,42% para 85,79 dólares por barril.
A Maersk voltou a ser alvo de um ataque por parte dos militantes do Houthi do Iémen, na noite de sábado. A empresa informou que vai voltar a interromper o tráfego no Mar Vermelho.
Nos últimos dias têm sido algumas as companhias navais a reportarem ataques a navios no Mar Vermelho, por militantes do Houthi do Iémen. A Maersk junta-se agora à Hapag-Lloyd e outras, na sua mudança de rota para fazer a viagem Ásia-Europa.
Um inquérito da Kyndryl concluiu que cerca de 92% das empresas inquiridas já sofreram algum tipo de evento adverso nos últimos dois anos. No entanto, cerca de 88% dos inquiridos afirmam que as suas organizações estão bem preparadas para qualquer adversidade cibernética.