A transição energética não depende apenas de produzir mais energia renovável. Depende também da capacidade de a armazenar, gerir e disponibilizar no momento certo.
Depois ser a principal vencedora do concurso do Fundo Ambiental português para promover o armazenamento de energias renováveis e reduzir a dependência de fontes de energia fósseis, a empresa espanhola vai beneficiar de uma dotação de quase 20 milhões de euros.
A unidade industrial de logística e armazenamento foi vendida na totalidade esta quarta-feira. O imóvel em Rio de Mouro (Sintra) tem logradouro (dois cais de carga, casa para guarda e ETAR) e é composto por uma área total de 19.400 m2.
O objetivo desta operação é o desenvolvimento da plataforma digital de armazenamento autónomo. O apoio legal reuniu uma equipa multidisciplinar liderada pelo advogado Francisco Linp Dias, sócio e cocoordenador de Imobiliário e Turismo da PLMJ (na fotografia).
O acordo entre a consultora de gestão de ativos espanhola e a gestora de investimentos imobiliários portuguesa prevê a aquisição de imóveis para abrir mais espaços de 'self-storage', uma espécie de despensa autónoma.
A intervenção da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica teve como palco os concelhos de Silves, Portimão, Lagoa/Parchal e Loures e contabiliza em 250 mil euros o valor total das apreensões.
É crucial considerar as limitações e desafios associados às baterias, procurando um equilíbrio entre o seu papel na transição energética e a necessidade de abordagens sustentáveis e diversificadas ao nível do armazenamento.
Projeto tem capacidade para 50MW e foi comprado ao grupo escocês Intelligent Land Investments. É a segunda aquisição da EDP Renováveis no Reino Unido num curto espaço de tempo.
Uma primeira prioridade para a energia em Portugal deverá ser o combate ao desperdício, promovendo a optimização e a eficiência nos equipamentos assim como dos edifícios e o consumo energético em geral.
A empresa, cujo negócio é reaproveitar espaços vagos e desocupados de imóveis em cidades para soluções de armazenamento, prevê chegar às cinco localizações no país até final do ano e expandir até pelo menos doze unidades até ao fim de 2024.
É difícil discutir interesses políticos e económicos divergentes com base em critérios morais. Os outros também têm a moral deles. É para evitar essas discussões que existem leis nacionais e internacionais.