"Fragmentos de um dos drones caíram no parque industrial de Salavata, provocando um incêndio", divulgou nas redes sociais o governador da Bashkiria, Radi Khabirov.
A Europa é chefiada por indigentes e Trump perdeu-lhes o respeito, se é que alguma vez o teve. Além de despedaçar a Europa, Trump mostra o seu desprezo pelo projeto europeu que poderia vir a desafiar o poder norte-americano.
As 'Áfricas' começaram a conversar entre si. Sim! Sem tradução simultânea de Washington ou Bruxelas. A conversa é simples e directa: precisamos fazer com as nossas próprias forças.
Alemanha e Japão, dois países com um passado industrial em grande mudança, confrontam-se com dois outros, EUA e China, que correm em sentidos opostos e com factores competitivos diversos.
Nos próximos anos, se não demonstrarmos que somos capazes de defender o que é nosso, Trump ou Putin farão xeque-mate e haverá um novo mapa cor de rosa.
“Outrora, o centro do mundo era o Oceano Atlântico, agora, o centro do mundo já não é os Estados Unidos e a União Europeia, é o mundo – tudo o resto com que se deve construir uma relação -, e a NATO tem de mudar para se adaptar à nova realidade, ou já não tem razão para existir”, declarou o ministro italiano, à margem de uma conferência em Pádua.
Segundo o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a ofensiva, ainda em curso, já destruiu “um grande número” de lançadores de mísseis e metade dos ‘drones’ (aeronaves não-tripuladas) de Teerão.
A necessidade de investir em defesa esbarra numa população envelhecida e insuficiente para suprir a procura por trabalhadores altamente qualificados em ramos cada vez mais inovadores e tecnológicos. Onde vai a Europa encontrar 760 mil trabalhadores qualificados até 2030?
“Nas atuais circunstâncias, não há motivos para uma retomada em grande escala do pacto Novo START”, declarou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Sergei Riabkov, numa entrevista à agência noticiosa estatal TASS.
“O governo federal alemão sempre disse que ia apoiar a Ucrânia na área da Defesa, na sua defesa contra o agressor que é a Rússia. Houve muitas possibilidades para fazer [o Presidente russo, Vladimir] Putin regressar à mesa das negociações. Essas oportunidades foram sempre rejeitadas e o que dissemos também sempre é que isto não pode ficar sem consequências”, argumentou Waddephul.
“Rejeitamos categoricamente os ataques que o regime russo tem feito nestes últimos dias em cidades ucranianas. Todos os ataques são agressões inaceitáveis e com uma grande desproporção”, sublinhou Paulo Rangel, numa conferência de imprensa conjunta com o homólogo alemão, Johann Wadephul, que se encontra de visita a Lisboa.
“Temos aqui dois patamares: um, que, claramente, caberá ao próximo Governo, que é o que esteja acima dos 2%; outro que tem de ser preparado por este [Governo] e que tem de ser assumido, desde logo na cimeira [da NATO em junho em Haia] e em reuniões preparatórias, e que deve ser preparado num espírito de diálogo com os partidos da oposição, porque é uma causa nacional”, disse Paulo Rangel.
Parece não restarem muitas dúvidas de que os líderes europeus não têm nas suas mentes uma estratégia de dissuasão, mas sim outra mais exigente em meios, para além de ser mais perigosa.
O Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, promulgou, este sábado, a alteração da Constituição para permitir o aumento das despesas com a defesa e criar um fundo de desenvolvimento de 500.000 milhões de euros, anunciou a presidência.
Se, no passado, as políticas keynesianas quase se tinham tornado ilegais face aos tratados europeus, agora a dívida é permitida para fins de defesa. Mas é impossível pensar que isso não implicará escolhas terríveis.
Na quarta-feira, o Parlamento Europeu instou os países da União Europeia (UE) a reduzir a dependência de países terceiros no domínio da defesa. Os eurodeputados apoiaram o plano da Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para o rearmamento dos países da UE, que deve atingir 800 mil milhões de euros em investimentos no setor da defesa.
“As tensões geopolíticas aumentaram nas últimas semanas, o multilateralismo está sob enorme pressão, assim como as regras sobre as quais estava construída a ordem internacional”, disse o presidente do Conselho Europeu, no Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo.
Estará o plano de 800 mil milhões de euros de Von der Leyen aberto a contemplar a opção nuclear? É que só o nuclear pode persuadir um inimigo com armas nucleares a manter-se sossegado nas suas fronteiras.
Bruxelas anunciou esta semana o plano de rearmamento da Europa que visa reforçar a indústria de defesa e aumentar as capacidades militares da União Europeia.
Mundo corre de feição para as empresas de armamento. A norte-americana Lockheed Martin é a maior de todas, mas a britânica BAE surge logo na sexta posição.