APS - Associação Portuguesa de Seguradores

Tempestade Martinho: Danos dos sinistros participados avaliados em 50 milhões, revela APS

Segundo os dados apurados através do inquérito da APS, foram participados 22.319 sinistros cobertos por apólices de seguros, a que corresponde um valor agregado de danos de cerca de 50 milhões de euros. Deste valor total, cerca de 5,9 milhões de euros correspondem a indemnizações que já foram pagas, estando os restantes 44,2 milhões de euros provisionados, revela a associação.
Maria Teixeira Alves11 Abr
Tempestade Martinho: Danos dos sinistros participados avaliados em 50 milhões, revela APS

Catástrofes naturais provocam perdas económicas de mais de 15 mil milhões em Portugal

Os incêndios e cheias que têm fustigado Portugal desde 2010 já passaram uma fatura elevada, com as perdas económicas e as indemnizações pagas pelo setor segurador a somarem muitos milhões. O regulador garante estar “para breve” a entrega ao Governo do relatório preliminar sobre a criação de um sistema nacional de proteção de riscos de natureza catastrófica.
Rita Atalaia20 Nov
Catástrofes naturais provocam perdas económicas de mais de 15 mil milhões em Portugal

Criação de fundo para catástrofes: “Portugal tem andado a dormir à sombra da sorte”, dizem seguradoras

Presidente da Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE) revela, ao JE, que o Governo já deu instruções ao regulador para planear um fundo para o pagamento de catástrofes e acredita que até ao fim do ano haverá novidades. "Pode ser que este sismo tenha vindo novamente abanar as consciências", afirma David Pereira.
Criação de fundo para catástrofes: “Portugal tem andado a dormir à sombra da sorte”, dizem seguradoras

“Criação de fundo para fenómenos sísmicos necessitaria de oito mil milhões de euros”, diz líder da APROSE

Nuno Catarino alerta para o facto de Portugal não ter um fundo que cubra as catástrofes provocadas pelas alterações climáticas, numa altura em que nos EUA as companhias pensam em não cobrir os incêndios dada a sua frequência. "Se acontecer uma coisa com muita gravidade, não vai haver Estado nem União Europeia a ajudar-nos", afirma.
Rodolfo Alexandre Reis25 Set
“Criação de fundo para fenómenos sísmicos necessitaria de oito mil milhões de euros”, diz líder da APROSE