apagão

Quando a luz se apagou, o rádio a pilhas ligou-se

Com as grandes superfícies fechadas devido ao corte de energia, as lojas de imigrantes encheram-se de portugueses que queriam comprar rádios a pilhas, lanternas e velas. As mercearias de rua e as pastelarias esgotaram os stocks de legumes, fruta, pão, bolos e água. Algumas lojas até venderam fiado porque os clientes não tinham dinheiro vivo.
António Sarmento2 Mai
Quando a luz se apagou, o rádio a pilhas ligou-se

Apagão: Prejuízos em áreas não recuperáveis rondarão os 15 milhões de euros

“Neste momento, sobretudo na industria agroalimentar, contabilizamos prejuízos que não são recuperáveis”, disse à Lusa o presidente da CIP, Armindo Monteiro, precisando que a estimativa dos prejuízos (15 milhões de euros) foi feita tendo em conta um dia normal de trabalho e o tempo da falha de energia, sendo este valor uma média que tem algumas falhas na sua aferição.
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Apagão: Houve o perigo de o SIRESP deixar de funcionar às 05h00, diz Proteção Civil

Durante a falha de energia que ocorreu esta segunda-feira registaram-se várias “quebras do SIRESP”, mas poderia haver “uma quebra total às 05h00 da manhã”, revelou Mário Silvestre, numa conferencia de imprensa realizada hoje, 48 horas após o início do apagão, para apresentar a resposta da proteção civil à interrupção da rede elétrica nacional.
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Apagão: Setor da carne pede linha de apoio financeira

“As carcaças que estavam na linha de abate no momento da falha de energia foram rejeitadas porque as linhas de abate são automatizadas, o que levou a muitas rejeições, não se sabendo ainda o número de animais eliminados do consumo”, afirmou a diretora executiva da Associação Portuguesa dos Industriais de Carnes (APIC), Graça Mariano, em resposta à Lusa.
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