Crescimento económico, baixa exposição às tarifas de Trump e estabilidade política estão a contribuir para a BlackRock defender a aposta no investimento em Portugal.
A maior gestora de ativos do mundo rejeita cortes no primeiro trimestre. A acontecer, só mais tarde em 2024, e a um ritmo mais lento do que o descontado pelos mercados.
A maior gestora de ativos do mundo prevê mais subidas das taxas de juro pelo Banco Central Europeu, destacando a "postura hawkish" de Christine Lagarde. A companhia norte-americana elogia a estabilidade política e económica de Portugal.