Maior gestora de ativos do mundo elogia “potencial económico” de Portugal

Crescimento económico, baixa exposição às tarifas de Trump e estabilidade política estão a contribuir para a BlackRock defender a aposta no investimento em Portugal.

Maior gestora de ativos do mundo elogia “potencial económico” de Portugal
blackrock-andre-themundo

A maior gestora de ativos do mundo elogiou o “potencial económico” de Portugal e a sua estabilidade económica face a Espanha.
“Estamos otimistas em relação a Portugal”, disse o líder da BlackRock Portugal na quinta-feira.

“Taxa de desemprego de 6,3% com tendência decrescente. Temos baixa exposição às tarifas de Trump. O cenário macro é favorável”, acrescentou André Themudo num encontro com jornalistas em Lisboa, destacando também a inflação que favorece o crescimento real dos ordenados, o crescimento económico e a “sólida procura doméstica”.

Conteúdo reservado a assinantes. Aceda ao conteúdo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 4 de julho.

Relacionado

Kirst Kuipers: “Europa é um dos mercados onde identificamos um potencial significativo nos ETF”

Kirst Kuipers: “Europa é um dos mercados onde identificamos um potencial significativo nos ETF”

Ruben Pires17 Ago
O mercado global de ETF, instrumentos disponíveis aos investidores que replicam por exemplo os índices bolsistas ou outro tipo de ativos (exemplo: S&P 500, obrigações, ouro, etc), cresceu de 2,5 biliões de dólares em 2014 para mais de 15 biliões de dólares na atualidade, refere o Head of Institutional iShares Sales EMEA & Head of Official Institutions Sales Europe da BlackRock, Kirst Kuipers, ao Jornal Económico (JE). Kirst Kuipers refere que a Região da Europa, Médio Oriente, e África (EMEA) está "numa fase inicial" da curva de adopção os ETF mas que estes instrumentos tornaram‑se "elementos centrais" na construção de carteiras em toda a região EMEA, com um "forte dinamismo" tanto nos segmentos institucionais como nos de retalho.
Canal do Panamá entra na ‘economia de mercado dos estreitos’

Canal do Panamá entra na ‘economia de mercado dos estreitos’

As taxas do Canal do Panamá dispararam devido à guerra com o Irão e ao fenómeno atmosférico El Niño (queda do nível de água). Numa economia onde o dinheiro importa, um navio pagou quatro milhões de dólares para ‘furar a fila'. As vias navegáveis tornaram-se definitivamente questões geopolíticas que estão a preocupar vários países e que vão afetar o bolso da grande maioria dos cidadãos.