O número de passageiros nos aeroportos de Portugal cresceu 2,5% nos primeiros sete meses do ano, segundo dados hoje divulgados pela Vinci, dona da gestora aeroportuária ANA.
“O relatório manifesta a vontade da ANA de continuar a investir no país, o Governo agora analisará o que foi apresentado”, afirmou aos jornalistas, que não tiveram direito a perguntas, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.
O ministro das Finanças disse hoje que é intenção do Governo que os encargos da construção do novo aeroporto de Lisboa para os contribuintes sejam “o mais limitados possível” e vai analisar o que o relatório inicial da ANA prevê.
Governo espera relatório da ANA sobre o desenvolvimento da capacidade aeroportuária de Lisboa para iniciar formalmente negociações sobre a extensão do contrato de concessão, para viabilizar Alcochete.
O Tribunal de Contas decidiu divulgar o documento enviado no dia 7 de outubro à Comissão (COPH), com as respostas às questões formuladas pelos deputados.
O presidente executivo da ANA - Aeroportos de Portugal, Thierry Ligonnière, disse hoje que a empresa está a realizar, este ano, investimentos de 120 milhões de euros nas infraestruturas aeroportuárias nacionais.
O CEO e presidente do Conselho de Administração da companhia aérea diz que é preciso estar preparado para viver com ou sem privatização, até porque este é um tema que pertence ao Governo.
"A concessionária pode negociar durante cinco anos com o Governo. Claro que vai limitar muito o atual ministro [Miguel Pinto Luz] Estaremos atentos à forma como o Governo vai negociar a construção do novo aeroporto", realçou o antigo ministro das Infraestruturas na audição sobre a ANA Aeroportos esta quarta-feira.
O presidente do Tribunal de Contas esteve esta quarta-feira no parlamento a defender que a privatização, feita no tempo da troika, não salvaguardou o interesse público. Isto depois de a instituição, em 2016, ter concluído que a privatização se revelou "adequada à luz do interesse dos contribuintes”. Mas garante que não age de forma diferente consoante o Governo.
O custo total do projeto é superior a 100 milhões de euros. Lisboa e Porto entre os aeroportos que vão ser alvo do desenvolvimento de infraestruturas de baixo carbono que se enquadram nas metas de neutralidade carbónica da ANA.
O ministro das Infraestruturas garantiu no Parlamento que a construção do novo aeroporto de Lisboa não vai ser construído com dinheiro dos contribuintes, assegurando que o Governo não vai prescindir das receitas partilhadas da ANA.
Em comunicado, o Ministério das Infraestruturas e Habitação indica que a elaboração do relatório inicial (High Level Assumption Report), a ser desenvolvido pela ANA, será entregue até ao final deste ano.
“Governo pode pensar - sendo o Governo a liderar o processo – no que tem de fazer. Ter uma programação, não ficar à espera que seja a concessionária a dizer qual é a programação, isso pode começar a fazer", defende Rosário Partidário, que liderou Comissão Técnica sobre localização do novo aeroporto.
“Houve investimentos que foram adiados tendo em consideração o modelo de desenvolvimento que se ia fazer, se era [aeroporto] complementar ou novo aeroporto”, disse José Luís Arnaut na Comissão de Economia, Obras Públicas e Habitação, acrescentando que essa suspensão de algumas obras “foi acordada com os governos”.
Aumento da capacidade do Aeroporto Humberto Delgado, decidida pelo Governo para aguentar o turismo até Alcochete estar pronto, representa mais receita pela concessão, avança em exclusivo o JE esta sexta-feira.
As decisões tomadas esta terça-feira pelo Governo preveem a construção do novo aeroporto em Alcochete, assim como o aumento da capacidade do atual aeroporto Humberto Delgado, “até à entrada em funcionamento da nova infraestrutura”.
O CEO da ANA Aeroportos, Thierry Ligonnière, adiantou esta terça-feira o custo associado ao atraso desta infraestrutura. Sobre o novo aeroporto de Lisboa, este responsável adiantou que em breve "teremos uma resposta" sobre a localização.
A Sticky, com sede no Reino Unido, foi a vencedora do programa da Fábrica dos Unicórnios, Mastercard e NEST, “PayTech On-The-Go”, que distingue soluções inovadoras de pagamento e mobilidade no turismo.
A Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar tem "por objeto apurar as responsabilidades políticas e administrativas dos Governos e dos Conselhos de Administração da ANA Aeroportos".