Quebrar as regras das quais depende a estabilidade global é normalizar a guerra preventiva. Um precedente perigoso numa era de crescentes arsenais de mísseis, proliferação nuclear e ameaças cibernéticas.
A falta de pessoal continua a castigar as empresas que trabalham em ambientes tecnológicos, de tal forma que duas em cada três dizem que o investimento em tecnologia de ponta figura entre as prioridades, de acordo com as conclusões da Hiscox.
As práticas dos cibercriminosos são cada vez mais sofisticadas, de tal forma que, de janeiro a junho, causaram danos a 11 empresas portuguesas, de acordo com um estudo da S21sec.
São muitas as vulnerabilidades de peso das empresas, ao nível da cibersegurança, além das falhas ou imperfeições ao nível da programação. Os riscos são cada vez mais amplos e fazem crescer a exposição das organizações a futuros ataques.
As boas notícias são que em 2023 e no futuro seremos capazes de confiar mais nas máquinas e utilizar a IA para automatizar os controlos de segurança e mecanismos de resposta, para além ajudar a proteger dados críticos, tanto pessoais, como de negócio.