Rangel referiu que os incidentes com drones no aeroporto de Leipzig vão ser hoje discutidos pelos ministros e afirmou que “evidentemente algumas medidas serão tomadas”.
Alemanha e Japão, dois países com um passado industrial em grande mudança, confrontam-se com dois outros, EUA e China, que correm em sentidos opostos e com factores competitivos diversos.
Contrariando a expectativa do mercado de uma subida de 0,1 pontos percentuais, o indicador de preços alemão recuou para 2% em junho, ficando assim em linha com o objetivo do BCE.
O antigo presidente da Câmara de Lisboa e ex-ministro das Finanças reflete sobre o problema da dívida pública americana e sobre o risco de o dólar deixar de ser a moeda de reserva global. Envolve a China neste xadrez em movimento permanente desde que Donald Trump escolheu um caminho pouco convencional ou arriscado para a economia americana. E defende que a União Europeia tem de seguir o plano Draghi.
"As expectativas, em particular, melhoraram. As empresas avaliaram a sua situação atual como ligeiramente melhor. A economia alemã está lentamente a recuperar a confiança", indica o Institute for Economic Research (ifo).
O programa do Governo vai ser hoje debatido na Assembleia da República, após a sua aprovação em Conselho de Ministros. Este programa baseia-se em dez eixos prioritários, sendo a reforma do Estado e a luta contra a burocracia os principais focos.
O debate sobre a ‘paciência’ de Berlim com Telavive - vinda da culpabilização de 1939-45 - está a dividir a sociedade. Mas o governo não se move da postura que tem há 80 anos.
"O dinheiro por si só não será suficiente. Existem muitos obstáculos. A Alemanha tem de estar disposta a reformar em várias áreas", acrescentou o presidente do Instituto ifo.
"A crise da economia alemã atingiu o seu ponto mais baixo no semestre de inverno", afirma o instituto. "Uma das razões para o surto de crescimento são as medidas fiscais anunciadas pelo novo governo federal".
A empresa liderada por Miguel Stilwell de Andrade diz que "este é um marco significativo da operação da empresa no mercado alemão, dado que representa a entrada no setor eólico num país onde a EDP já desenvolve projetos solares que se encontram em fase de construção".
Os dados de abril são o que se esperava: a 'bolha' de março (a antecipação das tarifas) esvaziou e a realidade é cruel. O chanceler encontrou-se com Trump e aparentemente o encontro correu bem. Até por causa do avô do presidente norte-americano.
A ida de JD Vance à Alemanha para apoiar a AfD, o pouco interesse dos Estados Unidos pela Ucrânia, as tarifas que 'riscam' a pintura de Porsches, Mercedes e BMW e a evolução errática da NATO. Há um mundo inteiro a separar Friedrich Merz e Donald Trump.
Empresas europeias têm "milhares" de pedidos de exportação de minerais críticos junto das autoridades chinesas. Diplomatas europeus pedem reuniões de urgência em Pequim para tentar desbloquear processos. Decisão de Pequim foi resposta a tarifas impostas por Trump.
As donas da Google e do Instagram podem ser alvo de tarifas de 10% por parte da maior economia europeia, em virtude da guerra comercial em curso. A possibilidade faz crescer as tensões entre EUA e UE, quando falta pouco mais de um mês para terminar a pausa decretada por Trump nas tarifas ao bloco europeu.
A Adidas planeia cortar 500 postos de trabalho na sua sede em Herzogenaurach. Dois terços do processo já estão completos, afirmou o CEO em maio. Analistas consultados pelo Jornal Económico (JE) afirmam que a decisão da marca desportiva evidencia um "sinal de disciplina financeira e compromisso com a rentabilidade", mas também pode indicar um "abrandamento da procura".
"A Ucrânia pode agora defender-se, por exemplo, atacando posições militares na Rússia", disse Merz, embora tenha evitado esclarecer se o seu Governo entregará mísseis de longo alcance Taurus à Ucrânia, como tinha prometido antes de se tornar chanceler.
As autoridades alemãs alertaram para o aumento da radicalização dos jovens nos círculos da extrema-direita do país e destacou o papel da Internet nessa expansão extremista.
O PIB da Alemanha quebrou 0,2% (se for considerado somente o ajuste de preço), face ao ano anterior, e avançou 0,4%, no primeiro trimestre, quando comparado com o trimestre anterior (ajustado aos efeitos de preço, época e calendário).