O verdadeiro desafio contemporâneo não é escolher entre tradição jurídica e sofisticação patrimonial, mas em encontrar formas de adaptação sem perda de identidade.
Externalizar determinadas funções para parceiros especializados permite libertar tempo, energia e capacidade de decisão para o que é realmente estratégico.
A ponderação é ainda mais importante nos tempos de incerteza em que vivemos, especialmente desde que Trump regressou à Casa Branca. Os agentes de mercado perceberam e têm-se adaptado.
Europa, China e Estados Unidos lutam não só pela liderança tecnológica, mas também pelo controlo da próxima era da mobilidade. Neste contexto, é legítimo perguntar: estaremos todos nós preparados?
Não contesto que os imigrantes em situação ilegal tenham de abandonar o país, desde que estejam reunidos os pressupostos legais para o efeito. Contudo, questiono se foi realizada uma avaliação detalhada do impacto económico associado.
Se pensarmos naquelas que serão consideradas as competências centrais em 2030, então devemos ainda acrescentar outras, como a liderança e a influência social, a curiosidade, o pensamento analítico, a gestão de talentos e a motivação e a autoconsciência.
A transição para práticas sustentáveis é um investimento estratégico para as empresas que procuram prosperar num mercado de futuro orientado para a responsabilidade e transparência.
Segue-se uma nova era, de incerteza, de adaptação forçada a uma nova realidade, que para alguns constituirá uma oportunidade, mas para muitos outros vai significar crise. Preparemo-nos.
As instituições são importantes e moldam o curso das dimensões em que atuam. Mas é importante não esquecer que de dinamizadoras se podem transformar em bloqueadoras do progresso.
Urge implementar políticas públicas voltadas para a adaptação identitária, só possíveis com uma estratégia de base local, multidimensional, que envolva cidadãos e empresas.
Mais do que um rótulo, a reputação certa é uma força intangível que atrai clientes e fideliza colaboradores, impulsionando o crescimento. Ou seja, é a chave para o sucesso de qualquer organização.
Se há algo positivo que se pode extrair deste mundo novo, diferente do mundo em que crescemos, é que há uma maior sensibilização para não enveredarmos pelo conformismo.
É importante referir que ter mais dados não significa, necessariamente, uma melhor tomada de decisão, já que a qualidade dos dados é mais importante do que a quantidade.
É fundamental acumular dados sobre as nossas culturas para encontrar aquelas que apresentam menos impacto ambiental, são economicamente viáveis e proporcionam benefícios sociais.