O suporte técnico dos 3.600 pontos do S&P 500, valor referente à média móvel de 200 semanas, a reversão do plano fiscal no Reino Unido e os relatórios de lucros ligeiramente melhores do que o esperado têm suportado os mercados acionistas, mas o consecutivo aumento dos juros das dívidas públicas norte-americana e europeias ameaça uma maior sustentabilidade desta alta das ações.
Tendencialmente, o mercado acionista, nomeadamente o S&P 500, tem-se mostrado resiliente junto à média móvel de 200 semanas, atualmente nos 3.600 pontos, e pelo menos nos últimos 60 anos apenas quebrou essa fasquia em períodos de recessão económica. Foi assim nas recessões de 1970, 1974-75, também nas de 1980 e 1981-82, nestas duas a visibilidade foi menor, mas existiu, nas de 1990-91, 2001, 2008-09 e 2020.
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