Rock in Rio Lisboa e BPI anunciam parceria para 2026

O BPI passa a ser o Banco Oficial do festival. Num ano marcado pelo Mundial de Futebol, o BPI — que mantém uma ligação histórica às seleções portuguesas — pretende transportar a energia do "desporto-rei" para a Cidade do Rock através de ativações exclusivas para o público, clientes e colaboradores.

Rock in Rio Lisboa e BPI anunciam parceria para 2026
Rock In Rio

O Rock in Rio Lisboa e o BPI apresentaram esta terça-feira, no BPI All in One, em Lisboa, o acordo que estabelece o banco como a instituição financeira oficial da edição de 2026. A iniciativa une a música ao desporto, áreas onde ambas as entidades detêm atividade.

A parceria surge num ano de Mundial de Futebol. O BPI, patrocinador das seleções portuguesas, planeia levar ativações ligadas ao futebol para o recinto do festival, abrangendo clientes, visitantes, colaboradores e instituições sociais.

“Queremos afirmar o BPI como uma marca ligada às paixões que mobilizam os portugueses. O BPI vai integrar o espírito do futebol na vivência do festival”, afirmou João Pedro Oliveira e Costa, CEO do BPI.

Já Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio, diz que “encontrámos no BPI um parceiro com valores comuns. Um grupo focado nas pessoas e na criação de valor para a sociedade, no desporto, na música e na cultura”.

No dia 21 de junho, o Palco Music Valley recebe Sam The Kid. O rapper e produtor apresenta-se com uma orquestra de 24 elementos, sob direção do maestro Pedro Moreira, e com o grupo Orelha Negra. O concerto percorre o repertório do artista, que iniciou carreira na década de 90 e fundou a plataforma TV Chelas.

O Rock in Rio Lisboa regressa à Cidade do Rock nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026.

Relacionado

“Medidas para concentração bancária europeia simplesmente não vão dar em nada”, disse o CEO do BPI

“Medidas para concentração bancária europeia simplesmente não vão dar em nada”, disse o CEO do BPI

Maria Teixeira Alves31 Jul
"Não vai acontecer nada enquanto existir esta questão de que existe uma linha Europeia que basicamente é de retórica e depois os próprios países a terem a defesa das suas instituições, simplesmente não vai acontecer", sublinhou. "Preferia ver a Comissão concentrar-se em medidas concretas de simplificação regulatória e redução do seu próprio quadro de pessoal", referiu o banqueiro. Sobre a decisão do Constitucional sobre contribuições para o FdR, o BPI promete uma posição em breve.
BPI estima queda de mais de 10% na nova produção de crédito à habitação e CEO volta a apelar à construção de mais casas

BPI estima queda de mais de 10% na nova produção de crédito à habitação e CEO volta a apelar à construção de mais casas

Maria Teixeira Alves31 Jul
O CEO revelou que o BPI tinha concedido, até ao final de junho, cerca de 1.600 milhões de euros em crédito à habitação a jovens até aos 35 anos ao abrigo da garantia pública, num total de aproximadamente 8.000 contratos. "Não acredito em nenhuma medida que consiga estabilizar os preços da habitação sem haver mais construção. Não inventem mais medidas, por favor", disse.