Qualidade de vida, rentabilidade e estabilidade são razões para investir no imobiliário em Portugal

Germânicos da Engel & Völkers apontam também o clima e a segurança do país como outros fatores que podem influenciar a decisão de investir no imobiliário nacional.

Qualidade de vida, rentabilidade e estabilidade são razões para investir no imobiliário em Portugal
arrendamento imobiliário habitação

Apesar da crise habitacional que o país enfrenta, Portugal continua a ser um destinos mais atrativos para investir em imobiliário. A empresa germânica Engel & Völkers aponta a qualidade de vida, a rentabilidade atrativa e a estabilidade no crescimento dos investimentos como algumas das razões para os investidores estrangeiros escolherem o nosso país.

Sobre a qualidade de vida, a imobiliária alemã destaca o clima agradável, que torna Portugal no país ideal para uma vida confortável e ativa, a que se junta a gastronomia, uma população acolhedora e hospitaleira que faz com que todos se sintam bem-vindos, promovendo uma integração harmoniosa para estrangeiros que escolhem viver em Portugal.

Na questão da rentabilidade, a Engel & Völkers, considera que o mercado imobiliário português tem demonstrado um crescimento constante nos preços dos imóveis, garantindo uma boa rentabilidade para os investidores, bem como o aumento da procura por arrendamento de curto prazo que tem-se mostrado uma fonte lucrativa de renda, com altos índices de ocupação e com preços competitivos, onde se destacam Lisboa, Porto e as regiões turísticas como o Algarve, que oferecem excelentes oportunidades para investimento.

Já no que diz respeito à estabilidade, a imobiliária salienta que o mercado imobiliário em Portugal é caracterizado por um crescimento sustentável e constante, que proporciona um ambiente seguro para investidores de longo prazo, que podem confiar na solidez do mercado para proteger e valorizar os seus investimentos.

Relacionado

Impasse na habitação leva a quebra de 16% na construção de novas casas

Impasse na habitação leva a quebra de 16% na construção de novas casas

Rodolfo Alexandre Reis13 Jun
No primeiro trimestre do ano, verificou-se uma descida homóloga de 15,6% no número de edifícios licenciados na construção de novas casas. Especialistas do sector, ouvidos pelo Jornal Económico, apontam os efeitos da instabilidade política no adiamento de projetos, que gerou impasse na habitação, e a falta de oferta, como principais causas. "Todos os anos estamos a construir cada vez menos", aponta líder dos promotores imobiliários.