O preço das casas teve um aumento de 25%, em dezembro, e também em 2022, quando comparado com o período homólogo, de acordo com a Idealista.
Em dezembro verificou-se uma subida de 25% nos preços das casas na Região Autónoma da Madeira, para os 2.389 euros por metro quadrado. Trata-se de uma subida de 2% e de 4% quando comparado com o mês anterior e com o trimestre passado.
“Os preços da região subiram em Santana (40%), Ponta do Sol (28%), Funchal (25%), Calheta (20%), São Vicente (19%), Santa Cruz (19%), Câmara de Lobos (17%), Machico (14%) e Ribeira Brava (4%)”, de acordo com a Idealista.
“O município mais caro para comprar casa é o Funchal (2.656 euros/m2), seguido por Calheta (2.371 euros/m2), Câmara de Lobos (1.952 euros/m2) e Ponta do Sol (1.853 euros/m2). Em contrapartida, os mais económicos são São Vicente (1.279 euros/m2), Santana (1.330 euros/m2), Machico (1.440 euros/m2) e Santa Cruz (1.541 euros/m2). As casas no Porto Santo subiram 29% durante o mesmo período analisado, fixando o preço do metro quadrado em 1.781 euros/m2”, acrescenta a Idealista.
Em termos de cidades capitais de distrito, em 2022, verificaram-se subidas em Évora (37%), Ponta Delgada (36%) e Funchal (25%), Santarém (21%), Aveiro (20%), Faro (19%), Leiria (18%), Vila Real (17%), Setúbal (17%), Beja (16%), Braga (14%), Viana do Castelo (12%), Bragança (12%), Viseu (10%), Porto (7%), Coimbra (7%), Guarda (6%), Castelo Branco (5%) e Lisboa (3%), enquanto que em Portalegre o preço desceu 1%.
“Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.147 euros/m2. Porto (3.238 euros/m2) e Funchal (2.656 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (2.602 euros/m2), Aveiro (2.489 euros/m2), Setúbal (2.161 euros/m2), Évora (2.000 euros/m2), Coimbra (1.732 euros/m2), Ponta Delgada (1.667 euros/m2), Braga (1.572 euros/m2), Viana do Castelo (1.421 euros/m2), Leiria (1.327 euros/m2) e Viseu (1.302 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Portalegre (669 euros/m2), Guarda (799 euros/m2), Castelo Branco (810 euros/m2), Bragança (865 euros/m2), Beja (963 euros/m2), Santarém (1.029 euros/m2) e Vila Real (1.269 euros/m2)”, diz a Idealista.
Por distritos/ilhas verificaram-se subidas na ilha do Faial (35%), ilha de São Miguel (30%), ilha de Porto Santo (29%), ilha da Madeira (25%), Évora (21%), ilha Terceira (21%), Santarém (19%), Aveiro (19%), Setúbal (19%), Bragança (18%), Faro (17%), Braga (16%), Viana do Castelo (15%), ilha do Pico (13%) e Leiria (13%), Vila Real (9%), Viseu (8%), Beja (7%), Coimbra (6%), Porto (6%), Portalegre (4%), Lisboa (2%) e Guarda (2%), e em Castelo Branco verificou-se uma quebra de 2,2%.
“Os distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.822 euros/m2), seguido por Faro (3.063 euros/m2), Porto (2.413 euros/m2), ilha da Madeira (2.400 euros/m2), Setúbal (2.314 euros/m2), ilha de Porto Santo (1.781 euros/m2), Aveiro (1.672 euros/m2), Braga (1.454 euros/m2), ilha de São Miguel (1.432 euros/m2), Leiria (1.429 euros/m2), Coimbra (1.313 euros/m2), Évora (1.283 euros/m2), Viana do Castelo (1.242 euros/m2), ilha do Pico (1.200 euros/m2), ilha do Faial (1.199 euros/m2), ilha Terceira (1.054 euros/m2) e Santarém (1.008 euros/m2)”, refere a Idealista.
“Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (636 euros/m2), Guarda (676 euros/m2), Castelo Branco (720 euros/m2), Bragança (900 euros/m2), Beja (920 euros/m2), Viseu (956 euros/m2) e Vila Real (943 euros/m2)”, sublinha a Idealista.
Em termos de regiões verificou-se que em 2022, existiram subidas no Alentejo (27%), Região Autónoma da Madeira (25%), Região Autónoma dos Açores (24%), Algarve (17%), Centro (13%), Norte (6%) e Área Metropolitana de Lisboa (3%).
“A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.466 euros/m2, continua a ser a região mais cara para adquirir habitação, seguida pelo Algarve (3.063 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (2.389 euros/m2) e Norte (2.054 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.299 euros/m2), o Centro (1.347 euros/m2) e o Alentejo (1.411 euros/m2) que são as regiões mais baratas para comprar casa”, diz a Idealista.