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Rui L. Reis, cientista e professor catedrático, é reconduzido esta quarta-feira, dia 3 de setembro, como presidente do I3Bs – Instituto de Investigação em Biomateriais, Biodegradáveis e Biomiméticos da Universidade do Minho para o mandato 2026/2030. São vice-presidentes a professora Natália Alves e os investigadores Joaquim Miguel Oliveira e Vítor Correlo.
A tomada de posse conta com o reitor, Pedro Arezes, e tem início pelas 9h30, no auditório do I3Bs, situado no Avepark, em Barco, Guimarães.
Rui L. Reis nasceu há 59 anos no Porto e doutorou-se em Ciência e Engenharia de Polímeros pela UMinho. Foi vice-reitor e diretor do grupo de investigação 3B’s (que fundou há 27 anos), sendo também diretor do laboratório associado ICVS/3B’s e CEO do Instituto Europeu de Excelência em Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa (EXPERTISSUES).
Considerado o cientista baseado em Portugal mais citado no mundo (mais de 85.000 citações na plataforma ISI Web of Science), é coautor de mais de 2030 publicações científicas e mais de 130 patentes, que originaram várias empresas.
Além de liderar inúmeros projetos nacionais e internacionais, como do Conselho Europeu de Investigação, com um financiamento superior a 140 milhões de euros, foi já distinguido pela UNESCO, pela Institution of Engineering and Technology, pela Sociedade Europeia de Biomateriais, pela Sociedade Americana de Biomateriais, pela Sociedade Internacional para a Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa (TERMIS), que já presidiu, e pela Sociedade de Biomateriais e Órgãos Artificiais da Índia.
Rui L. Reis é doutor honoris causa pelas universidades de Granada (Espanha) e Politécnica de Bucareste (Roménia), membro da entidades impares como a Academia Nacional de Engenharia (EUA) e a Academia Europeia das Ciências (EurAcSc), além de ser cidadão honorário de Guimarães, medalha de mérito da cidade de Braga, medalha de ouro do Ministério da Saúde e condecorado com a Ordem Militar de Santiago de Espada.
O I3Bs é uma referência na sua área e a primeira unidade orgânica de investigação criada em universidades públicas portuguesas. Engloba o Grupo de Investigação 3B’s e o Grupo de Inovação e Serviços 3B’s, contando, em média, com mais de 150 colaboradores de inúmeros países. Sedia ainda o EXPERTISSUES, com filiais em 13 países, e é a base do TERM Research Hub – Instituto Cidade de Guimarães.
O I3Bs destaca-se no avanço científico-tecnológico em novos materiais, libertação controlada de fármacos, engenharia de tecidos, medicina regenerativa, nanomedicina e isolamento e diferenciação de células estaminais.
O preço do cabaz essencial alimentar composto por 63 produtos, monitorizado pela DECO PROteste, aumentou 2,11 na semana de 19 de 26 de agosto, face à semana anterior, para os 254,73 euros. Isto faz com que desde o início do ano o mesmo conjunto de produto esteja mais caro em 12,91 euros (menos 5,34%).
Há um ano os preços do cabaz alimentar estavam mais baratos em 14,17 euros (menos 5,89%). Já no início de 2022, era possível gastar menos 67,03 euros (uma diferença de 35,71%).
“Entre 19 de 26 de agosto, as massas espirais registaram um aumento de 22% para 1,35 euros, a massa esparguete subiu 21% para os 1,18 euros e o pão de forma sem côdea registou um acréscimo de 14% para os 2,50 euros, sendo os três produtos cujo preço mais aumentou (percentualmente) face à semana anterior”, salienta a associação de defesa do consumidor.
Face ao período homólogo a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (25% custando atualmente 20,02 euros/kg), o robalo (24% custando atualmente 10,20 euros/kg), e as massas espirais (22% o que se reflete num custo de 1,35 euros couve-coração).
Desde que a DECO PROteste iniciou a monitorização do cabaz alimentar, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (120% para 12,81 euros/kg), o bacalhau graúdo (89% para 20,02 euros/kg) e a couve-coração (88% para 1,87 euros).
A Galp anunciou hoje que reforçou a sua presença no petróleo da Namíbia. A companhia ampliou a sua parceria com os franceses da TotalEnergies passando de um para três blocos offshore (marítimos).
Assim, mantém uma participação de 40% no PEL 83, onde realizou a descoberta de Mopane, e passa a deter participações de 10% no PEL 56 e de 9,39% no PEL 91, anunciou a companhia esta quinta-feira, 3 de setembro.
A nova posição inclui participação em Venus, “um dos projetos de desenvolvimento mais avançados da Namíbia, que progride em direção à decisão final de investimento”.
“A nova configuração mantém uma exposição material ao potencial de Mopane e acrescenta uma participação em Venus, um dos projetos de desenvolvimento mais avançados da Namíbia e que se aproxima de uma decisão final de investimento, diversificando a exposição da Galp entre ativos em diferentes fases de maturidade”, segundo a companhia.
Com a transação concluída, “os próximos marcos na Namíbia serão o início da nova campanha de exploração e avaliação de Mopane, previsto para o quarto trimestre de 2026, e o avanço de Venus em direção à decisão final de investimento”, detalha a petrolífera portuguesa.
A Galp sobe mais de 1% para mais de 21 euros na bolsa de Lisboa esta quinta-feira.
A Bolsa de Lisboa abre a sessão desta quinta-feira 3 de setembro com uma valorização de 0,23% para os 9.426,84 pontos. Os principais índices europeus iniciaram o dia em terreno misto. O petróleo está a negociar em baixa.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Galp Energia que valoriza 1,23% para os 21,37 euros, seguida pela EDP Renováveis que avança 0,97% para os 13,47 euros, e a Sonae sobe 0,49% para os 2,04 euros.
No verde está ainda os CTT, a Altri, a EDP, o Banco Comercial Português (BCP), a Mota-Engil, a Corticeira Amorim, a REN, a Teixeira Duarte, e a NOS.
A negociar no vermelho está a Semapa que cai 0,24% para os 20,70 euros, seguida pela Jerónimo Martins que desce 0,22% para os 18,12 euros, e a Ibersol quebra 0,19% para os 10,24 euros.
No vermelho está ainda a Navigator.
Europa abre em terreno misto
As principais bolsas europeias abriram a sessão em terreno misto. O DAX (Alemanha) sobe 0,12% para os 25.875,39 pontos, o CAC 40 (França) quebra 0,05% para os 8.276,74 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) desliza 0,04% para os 10.752,15 pontos.
O AEX (Países Baixos) quebra 0,01% para os 1.103,57 pontos, o IBEX 35 (Espanha) avança 0,23% para os 19.823,55 pontos, e o FTSE MIB (Itália) sobe 0,02% para os 51.802,50 pontos.
O petróleo está a negociar em baixa com o brent a cair 1,12% para os 94,56 dólares e o crude cai 1% para os 90,10 dólares.
O Livro Bege da Reserva Federal (Fed), divulgado quarta-feira 2 de setembro, indica que a economia dos EUA mostrou-se resiliente em julho e agosto, com 10 dos 12 distritos do banco central a reportarem crescimento económico entre ligeiro a moderado.
Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Os gastos em consumo cresceram ligeiramente, com comportamentos diversos nos seus componentes. As vendas de automóveis baixaram, devido a falta de confiança, a preços elevados dos combustíveis e custos acrescidos do crédito. Ao contrário, o turismo aumentou, apesar de preços dos bilhetes mais elevados.
As empresas de serviços noticiaram aumentos de atividade entre o ligeiro e o modesto, enquanto a construção de habitação baixou, mas com a relacionada com os centros de dados a representar a maioria da não-construção.
A perspetiva para os próximos meses é positiva, mas a Fed avisa que difere entre setores, devido à alta incerteza causada pelos preços elevados da energia, pela política e pelas guerras no estrangeiro.
O emprego conheceu um crescimento muito ligeiro, em particular na indústria, construção e em alguns serviços, com contrações a observarem-se no retalho e hospitalidade. Notou-se dificuldade em recrutar vendedores qualificados e técnicos.
Seul afirmou esta quinta-feira 3 de setembro que vai apoiar empresas face a possíveis novas tarifas dos Estados Unidos sobre semicondutores, depois de o Governo norte-americano ter antecipado a imposição de tarifas sobre o setor dos chips, principal exportação sul-coreana.
“O Governo acompanhará de perto a evolução da situação e manterá consultas estreitas com os Estados Unidos para evitar qualquer impacto desfavorável nas nossas empresas”, afirmou o gabinete presidencial sul-coreano à agência de notícias EFE.
O gabinete acrescentou que, de acordo com a informação de que dispõe, Washington ainda não concretizou os detalhes relativos às tarifas sobre os semicondutores.
O secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, explicou na quarta-feira, numa entrevista à CNBC, que a Administração de Donald Trump está a trabalhar numa política tarifária “seletiva”, segundo a qual as empresas que fabricam nos Estados Unidos não pagam as taxas, enquanto as que produzem no estrangeiro têm de as suportar para aceder ao mercado norte-americano.
A Coreia do Sul acolhe a Samsung Electronics e a SK hynix, os dois principais fabricantes mundiais de chips de memória e as duas empresas com maior capitalização bolsista do país.
A Samsung já dispõe de instalações de produção de semicondutores no estado do Texas, enquanto a SK hynix tem um investimento em curso no Indiana, centrado principalmente no embalamento avançado de memória.