Enquanto continuarmos a medir o rigor pelo número de documentos exigidos e não pela qualidade das decisões tomadas, continuaremos a ser, apenas, um país onde o papel muda de formato, mas a burocracia permanece intacta.
A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
Novas regras ameaçam ter impacto negativo de mais de 60 mil milhões, com Portugal a ser visto como destino preferencial para investimentos no setor que alimenta a inteligência artificial.