Inteligência Artificial nas Empresas Familiares: a vitória dos rápidos

Não sou um especialista em IA mas leio e assisto a todas as conferências que consigo.

Inteligência Artificial nas Empresas Familiares: a vitória dos rápidos

Na semana passada, numa ação brilhante da LIDE, um painel de três professores universitários doutorados em IA, dois americanos e um português, partilharam uma visão lúcida do passado, do presente e de cenário futuros. E no final sobressaíram duas ideias unânimes – primeiro, por mais rápida que seja a adoção de IA estaremos sempre atrás da última tecnologia e segundo, é inevitável que se abra um enorme fosso entre as empresas agressivas e as passivas ou lentas na adoção de IA. Por outras palavras, raramente o princípio de Darwin terá tido um efeito tão dramático desde que foi enunciado em 1859.

Para podermos compreender IA temos de conhecer a sua história. porque não é um Apesar do hype criado nos últimos anos, não é um conceito recente – o termo IA remonta a 1956, num momento em que os primeiros avanços em IA generativa criaram enorme expetativa.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 19 de setembro.

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