Governo quer mudar leis do trabalho que são “entrave” à economia

Mudanças na legislação laboral incluem a garantia de serviços mínimos nas greves dos setores essenciais. Governo vai olhar para mais de cem artigos do Código do Trabalho para acabar com “rigidez” do sistema.

Governo quer mudar leis do trabalho que são “entrave” à economia
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho (3-E), ladeada pelo ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida (C), e pelo secretário de Estado do Trabalho, Adriano Rafael Moreira (E), no início da reunião plenária da Comissão Permanente de Concertação Social, com o foco na monitorização da execução do Acordo Tripartido de Valorização Salarial e Crescimento Económico 2025-2028, no Conselho Económico e Social, em Lisboa, 24 de julho de 2025. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

O Governo deu o tiro de partida para alterar a legislação laboral, aprovando um anteprojeto com 30 temas chave, e que incluem mudanças na lei da greve e a possibilidade de os trabalhadores comprarem dias extra de férias. Tanto num caso como no outro, garantiu a ministra, as medidas em causa “não beliscam em nada” os direitos fundamentais.

A garantia foi dada pela ministra do Trabalho e da Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, no briefing pós Conselho de Ministros, instantes antes da concertação social. Por esse motivo, a governante não quis antecipar detalhes antes de os apresentar aos parceiros sociais, resumindo apenas o “espírito” da reforma que o Governo quer levar a cabo, cujo “garante mote é flexibilizar para valorizar e crescer”.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 25 de julho.

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