O líder do Chega, André Ventura, falou sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) afirmando que correu bem, mas que houve erros que poderiam ter sido evitados com algum planeamento prévio. De todos os participantes na JMJ, Ventura salienta as forças de segurança, salientando que ” são quem merece o nosso maior elogio nesta semana”.
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Ventura revela que “é lamentável que não tenham sido dadas respostas às forças de segurança, que se manifestaram, que procuraram dar voz ao seu descontentamento, e que não deixaram de servir, para garantir que todos estávamos em segurança esta semana”, afirmando que chegaram fotografias, ao partido, das condições em que as forças de segurança pernoitaram e que, na opinião de André Ventura, “tirariam dignidade a qualquer país democrático e às forças de segurança”. O líder sublinha que vai questionar o ministro da Administração Interna sobre esta situação.
Relativamente aos contratos de ajuste direto, o partido vai exigir no parlamento que “todos os contratos de ajuste direto, de natureza nacional ou autárquica, sejam escrutinados pelos partidos no inicio da próxima sessão legislativa”. André Ventura salienta que “é importante que não fique um cêntimo sob suspeita”.
O partido lamenta que o “Governo não tenha sido capaz de dar a atenção devida aos serviços de segurança e médicos, os postos de assistência do INEM eram escassos, as sombras e acessos estavam mal organizados e claro o plano de mobilidade tardio, fora de tempo e precipitado, levou àquilo que vimos, peregrinos inscritos que estiveram em filas de quatro horas para aceder alguns espaços, longas filas debaixo do calor para aceder a transportes públicos. Tudo isto podia ter sido evitado com um plano de mobilidade feito a tempo e articulado com as autarquias, que tinham disponibilidade para isso”.