DBRS revê em alta perspetiva de rating da Parpública para “Positiva”

A agência justifica a avaliação com a titularidade integral do capital pelo Estado, o mandato de políticas públicas atribuído à empresa e o enquadramento legal em vigor, que assegura o suporte financeiro estatal.

DBRS revê em alta perspetiva de rating da Parpública para “Positiva”
Parpública

A agência de notação financeira Morningstar DBRS reviu em alta a perspetiva do rating de longo prazo da Parpública, passando de “Estável” para “Positiva”, mantendo a classificação em A (high). A decisão foi anunciada a 22 de maio de 2026 e comunicada esta quarta-feira, 27 de maio, pela holding estatal.

A notação de curto prazo foi igualmente confirmada em R-1 (middle), com tendência Estável.

Segundo o comunicado, o rating da Parpública mantém-se idêntico ao da República Portuguesa. A agência justifica a avaliação com a titularidade integral do capital pelo Estado, o mandato de políticas públicas atribuído à empresa e o enquadramento legal em vigor, que assegura o suporte financeiro estatal.

A Parpública – Participações Públicas (SGPS) é a holding que gere as participações do Estado português em várias empresas.

Relacionado

Bancos aumentam exposição a Data Centers com boom da IA, mas gerem risco com titularização, diz DBRS

Bancos aumentam exposição a Data Centers com boom da IA, mas gerem risco com titularização, diz DBRS

Maria Teixeira Alves27 Ago
O surgimento da inteligência artificial (IA) desencadeou um aumento sem precedentes na procura de infraestruturas digitais, particularmente de data centers. Outrora vistos como um segmento de nicho dentro dos mercados imobiliário e de infraestruturas, os data centers evoluíram rapidamente para uma classe de ativos distinta. A DBRS analisa o consequente crescimento da exposição dos bancos ao sector e as implicações de crédito associadas.
DBRS: Seis maiores bancos portugueses lucram 2,5 mil milhões no 1.º semestre suportados pelo crescimento do crédito

DBRS: Seis maiores bancos portugueses lucram 2,5 mil milhões no 1.º semestre suportados pelo crescimento do crédito

Redação13 Ago
Bancos portugueses registam lucros de 2,5 mil milhões no primeiro semestre, mas rentabilidade recua, destaca a DBRS. A rentabilidade dos capitais próprios (ROE) agregado dos seis maiores grupos bancários analisados pela DBRS — Caixa Geral de Depósitos, BCP, Novobanco, Banco Montepio, BPI e Santander Totta — caiu para 14,8% no primeiro semestre, contra 16,7% no mesmo período de 2025.