O preço médio de venda das casas em Portugal um aumento de 19% (375 mil euros), para 445 mil euros em outubro, face ao período homólogo, verificando uma subida de 2% (435 mil euros) em relação a setembro. No caso do arrendamento a subida foi de 3% face a setembro (1.250 euros) e de 3% em relação a outubro de 2024 (1.250 euros), fixando-se atualmente nos 1.285 euros, de acordo com os dados do barómetro do portal ‘Imovirtual’ revelados esta quinta-feira.
No segmento de arrendamento na região Norte o valor médio subiu para 750 euros, o que representou um aumento de 7% face a setembro e de 3% em termos homólogos. Aveiro voltou a destacar-se com uma subida mensal de 6%, atingindo os 950 euros (+12% anual). Viana do Castelo registou a maior valorização da região, (+13% no mês e no ano), fixando-se nos 850 euros.
O Porto manteve-se nos 1.100 euros (estável face ao mês anterior e ao ano), enquanto Braga continuou nos 900 euros, Bragança permaneceu em 560 euros (+12% anual) e Viseu nos 650 euros (-7% anual).
No Centro, o valor médio estabilizou nos 800 euros, mantendo-se inalterado face a setembro e com uma subida de 7% em relação a 2024. Lisboa reforçou a sua posição como o distrito mais caro do país, subindo para 1.750 euros (+3% mensal e +9% anual). Leiria registou uma das maiores subidas do país (6%), atingindo os 900 euros (+13% anual), enquanto Santarém valorizou 6%, para 800 euros, Coimbra manteve-se nos 800 euros (+7% anual) e Castelo Branco nos 550 euros, sem alterações.
No Sul, o valor médio subiu para os 900 euros, refletindo uma subida mensal de 9% e uma quebra homóloga de 10%. Évora destacou-se como o distrito com a maior valorização mensal do país (9%), atingindo os 900 euros (-10% anual). Faro manteve-se entre os distritos mais caros, nos 1.200 euros (+9% anual), e Setúbal também estabilizou neste valor. Beja registou uma descida de 4%, fixando-se em 670 euros, enquanto Portalegre permaneceu estável nos 550 euros (-8% anual).
Nas regiões autónomas, o valor médio recuou para 800 euros, refletindo uma descida mensal de 17% e uma quebra homóloga de 9%. A Madeira manteve-se entre as regiões mais caras do país, subindo ligeiramente para 1.438 euros (+3% mensal e -4% anual). São Miguel estabilizou nos 1.200 euros (+50% anual), enquanto a Terceira permaneceu nos 700 euros (-6% anual).
No mercado de venda na região Norte, o preço médio fixou-se em 256.500 euros (+2% mensal; +16% anual). O Porto manteve-se como o distrito mais caro, nos 440 mil euros (+2% mensal; +19% anual).
Aveiro valorizou para 388.800 euros (+1% mensal; +18% anual), enquanto Braga atingiu 355 mil euros (+1% mensal; +11% anual). Viseu cresceu 2%, para 228 mil euros (+24% anual), e Bragança registou um forte aumento de 10% no mês (110 mil euros). Guarda recuou 7%, para 102.500 euros, embora mantenha um crescimento anual de 7%.
No Centro, o valor médio atingiu 280 mil euros, refletindo uma subida de 2% mensal e de 24% anual. Lisboa manteve-se como o distrito mais caro do país, nos 670 mil euros (+18% anual).
Coimbra valorizou para 280 mil euros (+2% mensal e +24% anual), enquanto Leiria subiu para 335 mil euros (+5% mensal e +20% anual). Santarém manteve a maior valorização homóloga do país (36%, para 270 mil euros), e Castelo Branco apresentou um aumento expressivo de 10%, fixando-se em 110 mil euros (+21% anual).
No Sul, o preço médio subiu para 264.500 euros, o que representou um crescimento mensal de 3% e anual de 21%. Faro lidera como o distrito mais caro, nos 562.250 euros (+2% mensal e +25% anual). Setúbal valorizou para 486 mil euros (+1% e +22%), e Évora atingiu 264.500 euros (+3% e +21%). Beja registou uma ligeira descida mensal de 2%, para 195 mil euros (+26% anual), enquanto Portalegre subiu 2%, atingindo 129 mil euros (+23% anual).
Nas ilhas, o preço médio fixou-se em 185 mil euros, traduzindo uma descida de 5% face a setembro (195 mil euros), mas ainda uma valorização anual de 10%. A Madeira continua entre as regiões mais caras do país, atingindo 600 mil euros (+4% mensal e +19% anual), enquanto São Miguel manteve-se nos 399 mil euros (+1%; +29%). A Terceira subiu ligeiramente para 198 mil euros (+2% e +13%), enquanto Porto Santo se manteve nos 450 mil euros (+10% anual).