Braço de ferro divide professores do sindicato STOP

"Infelizmente, há colegas que se preocupam mais em atacar-me do que atacar as políticas do Governo", disse André Pestana ao "Correio da Manhã". 

Braço de ferro divide professores do sindicato STOP
Professores desfilam durante a Marcha Nacional pela Escola Pública, convocada pelo S.TO.P. - Sindicato Todos os Professores, como forma de protesto contra as politicas de educação do Governo, Lisboa, 14 janeiro 2023. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Os professores afetos ao Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (S.T.O.P) estão divididos. André Pestana, o dirigente que tem dado a cara pelo sindicato, indica que há dirigentes que “têm dificultado o exercício do sindicalismo democrático e combativo”, nomeadamente com a criação do novo partido Mudar.

“Infelizmente, há colegas que se preocupam mais em atacar-me do que atacar as políticas do Governo”, disse André Pestana ao “Correio da Manhã”.

Há mesmo quem compare que o S.T.O.P foi criado para ser “barriga de aluguer” do Movimento Alternativa Socialista, comparando-se a atual situação com a luta entre Lenine e Trotsky na União Soviética.

“Todas as notícias que me associam a projetos partidários são pura especulação. Defendo um sindicalismo independente”, garantiu André Pestana, que se demitiu de militante em julho passado.

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