Em três anos, o BPI completou a certificação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) nos edifícios Boavista e Saudade, no Porto, e Casal Ribeiro e Monumental, em Lisboa, revela em comunicado a instituição liderada por João Pedro Oliveira e Costa.
“O BPI obteve a certificação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) do edifício Monumental (escritórios). O compromisso com a melhoria contínua do desempenho ambiental do BPI, de acordo com a ISO 14 001, foi reconhecido pela consultora internacional Bureau Veritas”, lê-se no mesmo documento.
Atualmente, o banco tem esta certificação, que abrange a atividade bancária e de suporte, nos edifícios Boavista (sede do Banco) e Saudade, no Porto, e Casal Ribeiro e Monumental, em Lisboa.
O Banco BPI diz que pretende ser uma referência na banca sustentável, “sendo o SGA uma ferramenta crucial para o controlo e acompanhamento dos seus impactos ambientais em toda a cadeia de valor, considerando as três vertentes”, nomeadamente, o negócio, no desenvolvimento de produtos e serviços de investimento e de financiamentos mais sustentáveis; o risco, em particular na avaliação de riscos associados às alterações climáticas; e a área operacional, na implementação de medidas de redução da pegada de carbono operativa.
Em 2023, a nível operativo, o BPI reduziu o consumo de energia elétrica nas suas instalações (-1%), papel (-56%), água (-25%), e a produção de resíduos (-58%). O BPI, desde 2019, tem vindo a reduzir o consumo de energia elétrica (-38%) e, em complemento, adquire 100% de energia elétrica renovável, considerando essencial a monitorização constante de indicadores de desempenho e a aplicação das melhores técnicas disponíveis para tornar os processos operacionais mais ecoeficientes.