Aumento de preços de bens essenciais. “O nosso foco é a defesa do consumidor”, diz Governo

Durante reunião plenária o secretário de Estado do Turismo assegurou que "o Governo ultrapassou várias crises e desta vez não vai ser diferente". 

Aumento de preços de bens essenciais. “O nosso foco é a defesa do consumidor”, diz Governo
Luisa Anacoreta, Coordenadora do programa de dupla Licenciatura em Direito e em Gestão da Católica Porto Business School

O secretário de Estado do Turismo, Nuno Fazenda, destacou que o Governo está focado na “defesa do consumidor”, durante debate sobre: “Especulação de preços de bens essenciais e as medidas a travar”, requerido pelo PCP.

“Nada nos move contra ninguém, o nosso foco é a defesa do consumidor e a promoção de uma economia saudável e é isso que vamos continuar a fazer de forma intransigente”, disse Nuno fazendo, acrescentando que “o Governo ultrapassou várias crises e desta vez não vai ser diferente”.

Na perspectiva de Nuno Fazenda o aumento dos preços dos bens essenciais “é um desafio que nos convoca a todos”. “Convoca seguramente o estado na sua função de regulação e fiscalização e apoio às empresas e é o que temos vindo a fazer e é o que vamos continuar a fazer, mas também convoca todos os operadores, nomeadamente, no respeito ao reforço à transparência, à aplicação de preços justos e à responsabilidade social”, sublinhou o governante.

Durante a sua intervenção, Nuno Fazenda também referiu que “o aumento dos preços dos bens alimentares é quase o triplo do valor da inflação”. “Acresce o facto de Portugal ser dos países na Europa com preços mais caros nos bens alimentar, estamos mesmo acima da média europeia”, afirmou.

Nuno Fazenda falou ainda sobre as medidas que o Governo tomou para “atenuar o impacto da inflação”. “Mobilizamos apoios diretos para as famílias e para as empresas, incluindo para o sector agrícola, concretizamos medidas para as reduções de preços dos combustíveis no gás e na eletricidade, aprovamos a isenção de IVA para adubos, fertilizantes e outros produtos para a alimentação animal”, detalhou o secretário de Estado.

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