Paulo Rangel: Gosto pela Europa não foi suficiente para dar a vitória ao PSD

Aos 50 anos, Paulo Rangel foi pela terceira vez o cabeça de lista do PSD às eleições europeias, depois de se ter estreado como ‘número um’ em 2009 e repetido o lugar em 2014, então numa lista de coligação PSD/CDS-PP.

Paulo Rangel: Gosto pela Europa não foi suficiente para dar a vitória ao PSD
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No início de fevereiro, Rui Rio apontou cinco características que considerou fundamentais para escolher o cabeça de lista do PSD: “gosto pela Europa”, elevado potencial cultural, intelectual e profissional, ter experiência política, conhecimento dos dossiês europeus e ter peso político na União Europeia. “Em face deste perfil, propus à Comissão Política Nacional, que aceitou hoje por unanimidade, o nome do doutor Paulo Rangel para liderar a lista do PSD para as europeias de 26 de maio”, anunciou.

Licenciado em Direito, Paulo Rangel foi deputado na X Legislatura, presidente do GP/PSD, membro da direção da Associação Comercial do Porto e membro da direcção da Associação “Amigos do Coliseu”. Em 2009, foi eleito para o Conselho de Administração da Fundação Robert Schuman, um espaço de reflexão e acção política europeia, presidido por Jacques Santer.

Entre as várias obras que já publicou estão “Repensar o Poder Judicial”, 2001, Porto, Publicações Universidade Católica; “No prelo: Guerras Surdas – Crónicas da Tensão Política”, 2005, Coimbra; “Concertação, Programação e Direito do Ambiente”, 1994, “Coimbra”, Coimbra Editora; “Reserva de Jurisdição: Sentido Dogmático e Sentido Jurisprudencial”, 1997, Porto, Editora Universidade Católica.

Entre louvores e condecorações destacam-se o prémio René Cassin (Conselho da Europa) – e o prémio Dr. António Ferreira Gomes.

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